segunda-feira, 25 de abril de 2022


PALOP
/Presidente da República deu posse aos membros da Comissão para Elaboração da Historia de Lutas de Libertação nos países membros

Bissau, 25 Abr 22 (ANG) – O Presidente da República deu hoje posse aos elementos que integram a Comissão Multidisciplinar do Projecto de Eleboração da História da Luta de Libertação Nacional dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa PALOP.

A  referida Comissão é composta por seis elementos, nomeadamente Artimisa Odilia Candé Monteiro-Coordenadora,  Carlos Eugénio Monteriro Cardoso-adjunto coordenador, João Paulo Pinto Có, Rui Jorge Semedo,Julião Soares Sousa e João José Silva Monteiro ( Hugo Monterio).

De acordo com a Coordenadora  da Comissão, o projecto terá a duração de três anos ou seja de 2022 a 2024.

Artemisa Monteiro revelou que  vão debruçar sobre o processo das lutas de libertação nacional de uma forma muito mais  aprimorada, com varias fontes de pesquisa, frsiando que o  povo pode esperar  trés volumes deste trabalho.

“Na Guiné-Bissau temos alguns livros inscritos por  pesquisadores, resultados de testes de mestrado e de doutoramento, mas não constituem um documento do Estado da Guiné-Bissau sobre o processo de luta de libertação nacional”, afirmou Artimisa Odilia Candé Monteiro.

Segundo a Coordenadora, nesses três volumes deverão constar relatos sobre o desenrolar do processo de luta de libertação nacional nos Paises Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

Disse que os resultados desses trabalhos  estarão disponíveis nas bibliotecas dos estabelcimentos de ensinio públicos, para que os estudantes possam conhecer as histórias de luta de libertação dos países concernentes, sobretudo na Biblioteca do Instituto Naciona de Estudos e Pesquisas(INEP).

Os trabalhos de recolha de dados sobre os processos de luta de libertação nos Países de língua Oficial Portuguesa serão feitos ao nivel interno com base nas entrevistas com as pessoas que participaram directa ou indIretamente na luta.

A Comissão, segundo Artimisa, deslocará  para Portugal, Senegal, Guiné-Conacry, países que ajudaram no processo de luta de libertação nacional, para pesquisar os arquivos e entrevistar pessoas para que o projecto possa transfomar-se, de facto, num inscrito.ANG/LPG/ÀC//SG

   

 

UE/Ursula von der Leyen assume que dependência da energia russa “não é sustentável”

Bissau, 25 Abr 22(ANG) – A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assumiu domingo que a dependência da Europa em relação à energia russa “não é sustentável” e deve ser uma motivação para o investimento em energias renováveis.

Numa intervenção num workshop da Aliança Solar Internacional (ISA), em Nova Deli (Índia), onde abordou o impacto da crise climática, Ursula Von der Leyen foi ainda mais longe, ao considerar que uma maior utilização de energias renováveis “é também um investimento estratégico em segurança” na Europa.

“Há uma segunda razão pela qual a mudança para energia limpa é tão importante nos dias de hoje e, evidentemente, refiro-me à guerra que a Rússia desencadeou na Ucrânia. Para nós, europeus, é um claro lembrete de que a nossa dependência dos combustíveis fósseis russos não é sustentável”, defendeu.

Num momento em que a Índia aumentou o seu abastecimento de energia a partir de Moscovo e quando a Índia também não se distanciou das suas relações regulares com a Rússia – um importante fornecedor de material militar para a nação indiana -, a presidente da Comissão Europeia assinalou que o conflito na Ucrânia é uma das questões a discutir durante a sua visita oficial de dois dias ao país.

“Como se pode negociar com alguém que ameaça abertamente a Europa e opta por entrar em guerra com um dos seus vizinhos mais próximos”, questionou von der Leyen, referindo-se à posição da Europa, sem fazer referência directa aos negócios da Índia com a Rússia.

A visita da presidente da Comissão surge numa série de aproximações de altos representantes da comunidade internacional à Índia, na sequência da decisão de Nova Deli de não condenar a invasão da Ucrânia pela Rússia no seio da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU).

A Índia apelou a que a possível compra de petróleo bruto da Rússia não fosse politizada, apesar das sanções internacionais, uma vez que Deli “tem de continuar a concentrar-se em fontes de energia competitivas”, porque, ao contrário de outras nações, precisa de importar 85% do petróleo que utiliza.

No entanto, Ursula Von der Leyen mostrou-se disponível para ajudar a Índia a aumentar a produção de energia a partir de fontes renováveis, como forma de estreitar as relações diplomáticas com Nova Deli.

“Tanto a Índia como a UE sabem que a energia solar desempenhará um papel decisivo, por isso a necessidade de energia limpa nunca foi tão óbvia como hoje. Também na Índia as pessoas sofrem de condições meteorológicas extremas; li que o mês de Março deste ano foi o Março mais quente em 122 anos e posso dizer-vos que temos a mesma experiência na UE”, disse.

A União Europeia está empenhada em alcançar a neutralidade climática até 2050, reduzindo ao máximo as suas emissões, um objectivo que a Índia apenas prevê para 2070.

“Temos objectivos semelhantes, por isso sabemos como é difícil lá chegar, mas temos de ser ambiciosos nestes tempos em que as alterações climáticas nos mostram todos os dias o que acontece se não trabalharmos contra elas”, acrescentou a líder europeia.

Von der Leyen vai encontrar-se na segunda-feira com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, e o primeiro-ministro, o nacionalista hindu Narendra Modi. ANG/Inforpress/Lusa

 

   Presidenciais  Timor Leste/PAIGC  felicita Ramos Horta pela sua eleição

Bissau, 25 Abr 22 (ANG) – O Secretariado Nacional  do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde(PAIGC) felicitou  José Ramos Horta pela sua eleição como Presidente  da República de Timor-Leste, no dia 17 de Abril de 2022.

A felicitação dos Libertadores vem expressa numa nota à imprensa enviada à ANG.

“É uma epopeia da qual  Ramos Horta e seus camaradas da FRETLIM tiveram associados com um tributo inestimável a frente do povo timorense combatente, na conquista da soberânia,” refere a nota.

Trata-se da segunda vez que Ramos Horta é eleito para as funções e presidente da repúblicaI, a primeira foi em 09 de Maio de 2007.

Para o PAIGC, isso traduz o eterno reconhecimento e tributo do povo de Timor para com os valores da Luta pela independência daquele país.

Segundo o documento, o PAIGC tem seguido e acompanhado os progressos que Timor-Leste vem registando, sendo atualmente referenciado como um dos bons exemplos de países emergentes, nos seus reconhecidos esforços para a estabilização desses novos desígnios, em prol da paz e o desenvolvimento de Timor-Leste.

O secretariado dos libertadores reiterou os seus melhores votos de sucessos  neste novo desafio de dirigir os destinos do povo timorense, “estando convicto de que, com sapiência, o rigor e determinação que lhes são peculiares, enquanto nacionalista e homem de Estado, este desiderato será alcançado”.

José Ramos Horta foi eleito com 398.028 votos que correspondem a 62,1%de total de votos, contra  37,9 por cento(242.939 votos) de seu adversário  Francisco Guterres  Lú-Olo. ANG/JD/ÂC//SG

 

Cultura/Cabo Verde recebe 600 mil dólares da UNESCO para implementação do Estatuto do Artista  

Bissau, 25 Abr 22(ANG) – Cabo Verde recebeu da UNESCO um financiamento de 600 mil dólares para apoiar o País na implementação do Estatuto do Artista, no inquérito sobre o peso das artes e da cultura no PIB e capacitar a classe artística.

Em comunicado, o Governo explica que o apoio foi concebido no âmbito da candidatura da Direcção Geral das Artes e das Indústrias Criativas, tutelada pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, com o apoio da Comissão Nacional da UNESCO.

Este financiamento, segundo o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, irá apoiar o País na materialização de muitos projectos a nível artístico e cultural que vem sendo preparado há alguns anos, nomeadamente a proposta de lei do primeiro Estatuto de Artistas, a contribuição da cultura no Produto Interno Bruto (PIB) nacional, entre outros.

“O anúncio foi feito no quadro da celebração do Dia Mundial da Arte, celebrado a 15 de Abril, no âmbito de acções concretas de apoio a artistas e profissionais da cultura em todo o mundo por meio do programa UNESCO-Aschberg”, lê-se na nota.

Para além de Cabo Verde foram contemplados Costa Rica, Gâmbia, Indonésia, Madagáscar, Moçambique, Palestina, Peru, Romênia, Seychelles, Tunísia e Uganda para melhorar o estatuto do artista e promover a liberdade artística dos respectivos países.

Os projectos foram avaliados por especialistas independentes, com prioridade para África e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, bem como projectos focados em juventude e igualdade de género.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) recebeu 108 propostas de projectos dos quais foram apresentados em Setembro de 2021. ANG/Inforpress

 

     França/Reacções afluem depois da vitória de Macron nas presidenciais

Bissau, 25 Abr 22 (ANG) - A reeleição de Emmanuel Macron para um segundo mandato com um pouco mais de 58,8% dos votos face a le Pen que recolheu um pouco mais de 41,1% dos votos, foi globalmente acolhida com alívio tanto a nível interno como fora das fronteiras francesas.

À direita do espectro político francês, para além de le Pen que qualificou o seu resultado de «vitória retumbante» das ideias do seu partido e do outro candidato de extrema-direita, Eric Zemmour, que chegou a 7,3% dos votos na primeira volta e apelou hoje à "união do bloco nacional", a candidata conservadora Valérie Pécresse que obteve um pouco mais de 4% dos votos na primeira volta deu conta da sua preocupação perante o «resultado inédito» da extrema-direita nestas presidenciais.

À esquerda, a candidata socialista Anne Hidalgo que chegou aos 1,8% dos votos na primeira volta, apelou à «reconstrução de uma esquerda renovada» na perspectiva das legislativas de Junho. O candidato dos verdes, Yannick Jadot, que obteve um pouco mais de 4% dos votos no passado dia 10 de Abril, considerou que «se evitou o pior, mas o país está mais dividido do que nunca».

Mais à esquerda, o comunista Fabien roussel que obteve um pouco mais de 2% dos votos na primeira volta, apelou a um «acordo global» para as legislativas. No mesmo sentido, ao considerar que «Macron é o Presidente mais mal reeleito da V república», Jean-Luc Mélenchon que chegou em 3° lugar na primeira volta das presidenciais com um pouco mais de 21% dos votos, apelou a uma união da esquerda para ele ser eleito primeiro-ministro no próximo embate eleitoral.

A nível internacional, o tom é igualmente de alívio, nomeadamente em Portugal, cujo chefe do governo tinha apelado há dias os eleitores franceses a fazerem barragem a Marine le Pen numa tribuna no ‘Le Monde’ rubricada juntamente com o primeiro-ministro de Espanha e o chanceler alemão.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa referiu ter enviado hoje um "abraço de felicitações muito caloroso" a Emmanuel Macron pela sua reeleição considerando que foi «uma vitória da União Europeia e contra a xenofobia».

Charles Michel, Presidente do Conselho Europeu, saudou a vitória do chefe de Estado reeleito."Neste período conturbado, precisamos de uma Europa forte e de uma França totalmente empenhada numa União Europeia mais soberana e mais estratégica” reagiu este responsável.

No mesmo sentido, Úrsula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, também felicitou Emmanuel Macron e regozijou-se de “poder continuar a sua excelente cooperação”.

Ao dar conta da sua satisfação perante a vitória de Macron, o chanceler alemão Olaf Scholz, por sua vez, considerou que “os eleitores franceses enviaram uma mensagem de compromisso forte para com a Europa”.

Do outro lado da Mancha, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, felicitou o Presidente reeleito e recordou que “a França é um dos mais próximos e mais importantes aliados” do seu país.ANG/RFI

 

sexta-feira, 22 de abril de 2022

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)


Segurança
/Presidente da República nomeia Celso de Carvalho Director-geral de Serviços de Informações e Segurança

Bissau,22 Abr 22(ANG) – O Presidente da República nomeou o Brigadeiro-General Celso Simão Rosa de Carvalho para as funções do Director-geral de Serviços de Informações e Segurança(SIS), com regalias inerentes ao cargo de Secretário de Estado.

A informação consta numa Nota do Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Presidência da República enviada hoje à ANG, e que cita o decreto presidencial nº 18/22.

O mesmo decreto dá conta da exoneração do Major-General José António Marques, nessas funções (Diector-geral do SIS).

José António Marques foi entretanto nomeado, de novo, e por decreto nº19, Conselheiro do Presidente da República para a Área de Segurança Nacional, com direitos e regalias inerentes ao cargo de ministro.

ANG/ÂC//SG

 

 


Justiça
/Novo Bastonário e Corpos Sociais da Ordem dos Advogados tomam posse

Bissau,22 Abr 22(ANG) – O novo Bastonário e Corpos Sociais  da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau, eleita na sua última Assembleia Geral no passado dia 19 de Março, do ano em curso, foram hoje empossados.

Na ocasião, Januário Pedro Correia disse que juraram exercer com  honra e dignidade a missão para que foram eleitos, tendo aconselhado aos seus associados para colocarem sempre a Ordem ao serviço dos advogados.

“A eleição de 19 de Março de 2022 que deu-nos o mandato para o próximo triênio 2022/2025, na qual resultou da liderança da nossa agremiação profissional, constitui para nós uma oportunidade para dar início à uma nova etapa da história da nossa Ordem”, salientou.

Januário Correia sublinhou que vão atingir esse desiderato com projectos de renascer de esperança denominado “Lista Verde”, na certeza de que a Ordem de Advogados da Guiné-Bissau deve consolidar o seu papel, a sua importância e conquista histórica com o impacto no capitulo da defesa do Estado de Direito Democrático, da justiça e  da promoção da cidadania.

“Nesse sentido devemos assumir o papel fulcral na pesrpectiva da viragem da página e de paradigma na gestão e organização, rigor e disciplina na profissão, ancorado no espírito de uma Ordem aberta, unida, combativa e inclusiva”, referiu.

Disse que, doravante, a Ordem irá olhar e aprimorar a união da classe porque todos contam, frisando que vão privilegiar a solidariedade e cooperação, no exercício da profissão e a justiça como as suas missões essenciais visando demonstrar a proficiência e a nobreza para a construção de uma sociedade mais justa e livre.

Por sua vez, o Bastonário cessante da Ordem dos Advogados, Basílio Sanca  afirmou  que seria desonesto,não confessar a dor e   mágoa dos associados, por ficarem  sem uma casa para alojar a sede da organização,depois do despejo “abusivo”, de que foram  vítimas pela Presidência da República.

Sanca frisou que, mais do que isso, a Ordem dos Advogados não foi convidada para tomar parte na sessão solene de abertura do ano judicial, para poder usar de palavra e exprimir o sentimento da classe relativamente ao estado actual da justiça no país.

“Não é necessário fequentar as universidades para dar conta de que o acesso ao direito e a justiça é fundamental para qualquer sociedade que se pretende, de homens livres e justa, pacífica e equitativa”, sublinhou.

Aquele responsável disse que, por isso, os advogados são fundantais, acrescentando que a defesa do Estado de Direito é a virtude primária do advogado.

A Ordem dos Advogados realizou no passado dia 19 de Março, a sua Assembleia Geral tendo a única Lista Verde, liderada por Junuário Correia  saído vencedora com 140 votos num universo de 219 votantes.ANG/ÂC//SG

 

 

 

 

 


Saúde
/ Hospital Militar já dispõe de uma Unidade para atender pessoas com doenças infecciosas  

Bissau, 22 Abr 22 (ANG) – O hospital militar “ Amizade Sino-Guineense” já dispõe de uma unidade para atendimento de pessoas com doenças infecciosas, com uma capacidade de internamento de 45 pacientes.

Em declarações à imprensa, após a entrega, esta sexta-feira,da unidade reabiliatda com apoio financeiro da OMS no valor de mais de  23 milhões de francos cfas, o Director do referido hospital Ramalho Cunda disse que a infraestrutura é destinada ao atendimento de doenças infecciosas,porque não havia uma estrutura do género, por falta de espaço isolado que pirtmita prestar cuidados à pessoas com essa patologia.

Por enquanto, de acordo com Ramalho Cunda, o  complexo vai ser usado para consulta externa e interna e bem como para  serviços de Cardiologia, Cirurgia e Ortópedia.

O ministro da Defesa Nacional e dos Combatentes da Liberdade da Pátria Sandji Fati defendeu que o subsistema de saúde militar deve ser eficiente e eficaz,porque nos momentos de crise, de greve e pandemia é o único que resiste.

Sandji Fati  sustentou que serviços de saúde militar são eficientes em qualquer parte do mundo.

Segundo  o ministro da Saúde, Dionísio Cumba o acto se  enquadra  na politica da saude, incluindo todos os sectores intervenientes no sector.

“O Ministério da Saúde está para cuidar da vida da sua população, seja civil ou militar, e o hospital militar está também enquadrado na politica nacional de saúde pública”, referiu Cumba que diz acreditar  que a infraestrutura vai contribuir para fortalecer a preparação do país para responder prontamente à uma eventual  epidemia.

O Representante da OMS no país, Jean Marie Kipela disse que o evento insere-se na gestão das doenças com potencial epidémico, em geral, e em particular para febre hemorágica, tipo ébola, por ser uma doença com uma transmissão forte, com uma taxa de letalidade elevada e que ainda assolou a República da Guiné-Conacry, com alto risco de espalhar para outros paises vizinhos devido a movimento das populações.

“Quando esta emergência da saúde publica foi declarada em 2013/ 2014, a Guiné-Bissau, à semelhança de outros paises vizinhos, tomou medidas preventivas nas regiões de Bafatá, Bolama-Bijagós, Bissau,  Gabu, Quinará e Tombali,  por serem consideradas  de alto risco. Mas,  felizmente, o país não registrou nenhum caso de virus da Ébola”, lembrou Jean Marie Kipela.

Disse que, em apoio aos esforços nacionais, a OMS mobilizou  fundos de emergência do sistemas das Nações Unidas e com o  Ministerio da Saúde iniciaram uma seria de actividades,incluindo o estabelecimento de um centro de doenças infeciosas.

“Assim, um pavilhão de doenças infeciosas do hospital militar  foi identificado para renovação usando os fundos mobilizados pela OMS num montante em mais de  23 milhões de francos cfas”, revelou.

Marie Kipela afirmou que a unidade deve ser utilizado para uma gestão adequada de doenças com potencial epidémico, incluindo a doença de virus de ébola, numa estrutura que garanta a segurança dos funcionários e dos pacientes.

Para o efeito, revelou que a OMS colocou a disposição do hospital  equipamentos de proteção individual, num valor de 55 milhões de francos cfas, em apoio aos esforços do governo para garantir  a proteção necessária do pessoal da saúde.

Segundo Marie Kipela, os equipamentos são composto por batas descartáveis, fato completo, óculos, galoja, camisa e avental de plástico e pijamas para  doentes, entre outros.  ANG/LPG//SG   

 

 

     

         Comércio/Gasóleo e gasolina têm a partir de hoje novos preços

Bissau,  22 Abril 22 (ANG) – O governo através do Ministério Recursos Naturais e Energia e Ministério das Finanças fixou o preço máximo de venda dos combustiveis derivados do petróleo, em 766,00fcfa, para o litro de gasóleo, e 760,00fcfa para o litro de gasolina, e o gasóleo para centrais elétricas do interior passam a custar 676,23fcfa, o litro.

Os novos precos começam a vigorar a partir deste sexta-feira, e que representam aumentos de 14 por cento para o gasóleo e  de dois por cento  para a gasolina foram anunciados através de um Despacho Conjunto produzido pelos Ministério Recursos Naturais e Energia e Ministério das Finanças, do dia 21 de Abril de 2022  à que a Agência de Noticias da Guiné teve acesso hoje.

O governo proibiu a venda ambulante  de combustiveis derivados do petróleo e revoga todas as desposições que contrariam o presente despacho.

O Executivo refere no comunicado que a  evolução das cotações dos produtos derivados do petróleo no mercado internacional tem sido objeto de um acompanhamento rigoroso, dada a sua influência direta na atividade económica do país.

O documento justifica que a estrutura de preços de combustíveis agora alterado vigora desde Fevereiro do corrente ano e que deixou de comportar  o custo real dos produtos CUSTO CIF, devido as flutuações de preços no mercado internacional. ANG/MI//SG

 

 

Cabo Verde/Processo de regularização dos imigrantes pode ser alargado para além de 15 de Junho

Bissau, 22 Abr 22(ANG) – A regularização extraordinária de estrangeiros vai decorrer em  Cabo Verde  até 15 de Junho,  e mais de 3 000 imigrantes, nomeadamente da Guiné-Bissau, primeira comunidade estrangeira actualmente no arquipélago, submeteram já o seu dossiê.

Lançado a 15 de Janeiro de 2022, o Processo de regularização dos imigrantes está a decorrer a um bom ritmo segundo Fernando Elísio Freire, ministro do Estado, Família, Inclusão e Desenvolvimento Local.

Fernando Elísio Freire, em declarações à agência Lusa, ao visitar alguns dos locais em causa, assume a sua satisfação com a adesão ao processo.

O apelo que nós fazemos é que a regularização é fundamental para o processo de integração das pessoas em Cabo Verde, para poderem ter acesso ao emprego, à educação, à saúde, à protecção social e dar aos cidadãos que escolheram o nosso país para viver aquilo que nós também fornecemos aos cabo-verdianos, porque é um acto de coerência”, admitiu o ministro do Estado, Família, Inclusão e Desenvolvimento Local.

Até à primeira semana do mês de Abril, 3 695 pedidos foram registados na plataforma criada para o efeito.

A Presidente da Comissão Nacional para a Regularização Extraordinária dos Imigrantes, Eneida Vazindicou que 2 052 registos foram submetidos por cidadãos da Guiné-Bissau.

De notar que, segundo a Embaixada da Guiné-Bissau na Cidade da Praia, a comunidade guineense seria composta de 10 mil pessoas, com cerca de 5 mil em situação irregular.

O processo de regularização termina a 15 de Junho, mas o prazo até pode ser alargado: “Para ver se estendemos o prazo ou então fazermos mesmo alterações que permitam uma regulação mais rápida e mais célere”, afirmou  Fernando Elísio Freire.

Recorde-se que o processo individual custa cerca de 13,70 euros, mais 4,50 euros por cada membro do agregado familiar.

O Governo cabo-verdiano também flexibilizou as exigências. Os documentos exigidos são: a identificação nacional, o registo criminal de Cabo Verde, o cadastro policial e o comprovativo da situação económica. ANG/RFI

 

 

         Mercado/Governo fixa novos preços de arroz, açucar e farinha trigo

Bissau, 22 Abr 22 (ANG) – O governo  fixou novos preços de produtos de primeira necessidade, nomeadamente, do arroz, farinha trigo e açucar, segundo o Comunicado do Conselho de Ministros de quinta-feira(21).

O Arroz,100 por cento partido e simples(nhelen) passa a custar 17.500, por cada saco de 50 quilogramas. A mesma espécie era vendida a 19.000,00fcfa, a cada 50 quilogramas.

O açucar passa a ser vendido a 25.000,00 fcfa e a farinha trigo a 23.000,00fcfa, por cada saco de 50 quilogramas. Os dois produtos eram vendidos no mercado nacional a 30.000,00fcfa, por cada saco de 50 quilogramas.

“A relação que se verifica entre a variação do custo destes produtos no mercado internacional e os preços praticados no mercado interno tem um impato direto na economia nacional, influenciando na formação dos preços e conjugado com a necessidade de conferir aos operadores do setor a capacidade de cobrir sobretudo os custos variáveis, gerar lucros e satisfazer o poder aquisitivo da população”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministro que deu conta da decisão do Governo de adoptar novos preços para produtos de primeira necessdidade.

O Governo justifica que a fixação destes preços se deve às flutuações do custo dos referidos produtos no mercado internacional devido a pandemia da Covid-19 e a guerra da Rússia e Ucrânia.

“O país depende das importações dos produtos de primeira necessidade e há  necessidade de alinhar-se obrigatoriamente com as flutuações do custo destes produtos no mercado internacional”,refere o comunicado.

A subida galopante dos preços de produtos de primeira necesidade tem sido objecto de protestos  e criticas à capacidade de controlo de preços do Governo, por parte das populações, sobretudo através dos meios de comunicação social e das redes sociais. ANG/DMG//SG

 

                     França/Último dia de campanha para as presidenciais

Bissau, 22 Abr 22 (ANG) – Em França esta sexta-feira é o último dia de campanha para a segunda volta das eleições presidenciais deste domingo, 24 de Abril.

As atenções estão voltadas para os apoiantes de Jean-Luc Mélenchon e para a taxa de abstenção, que foi de 26,31% na primeira volta, assim como para os votos em branco e nulos que já tinham atingido um recorde em 2017.

Emmanuel Macron e Marine Le Pen realizam as últimas acções de campanha para convencer os indecisos e tentar conquistar, nomeadamente, o voto dos que escolheram Jean-Luc Mélenchon na primeira volta, a 10 de Abril, e que representaram cerca de 7,7 milhões de votos (21,95%).

 O terceiro candidato mais votado pediu aos seus apoiantes para não darem “uma única voz a Marine Le Pen”, mas não disse para votarem em Emmanuel Macron.

Uma sondagem realizada, esta semana, pelo instituto Ipsos-Sopra indica que cerca de um terço dos eleitores de Jean-Luc Mélenchon pretendem votar no Presidente cessante, mas que metade dos eleitores não sabem ainda o que farão. A campanha para esta segunda volta ficou, assim, marcada pela caça ao voto dos eleitores de Jean-Luc Mélenchon. Marine Le Pen prometeu “proteger os mais vulneráveis” e Emmanuel Macron resgatou a ecologia para os seus discursos.

Os politólogos ouvidos pela AFP apontam para o risco de uma elevada abstenção, que foi de 26,31% na primeira volta, e para os votos em branco e nulos que já tinham atingido um recorde na segunda volta das presidenciais de 2017, com os mesmos candidatos: mais de 10%, ou seja, três milhões de votos em branco e um milhão de boletins nulos. Algo que foi visto como a recusa de milhões de franceses de escolherem entre Emmanuel Macron e Marine Le Pen.

As últimas sondagens apontam para uma vantagem de Emmanuel Macron com 54% dos votos contra 46% para Marine Le Pen. Porém, se a abstenção ou os votos em Marine Le Pen forem mais importantes do que o previsto pelas sondagens, a batalha será bem mais apertada entre os dois candidatos.

Esta quinta-feira, os primeiros-ministros de Portugal e Espanha e o chanceler alemão apelaram à votação em Emmanuel Macron, defendendo que a França deve permanecer do lado dos valores da Europa.

No estrangeiro, como em França, muitos temem ver a extrema-direita a chegar ao poder e a dirigir os destinos de uma potência mundial, membro do Conselho de Segurança da ONU e dotada da arma nuclear. Na primeira volta, a 10 de Abril, mais de 30% dos eleitores votaram na extrema-direita: 23,15% em Marine Le Pen e 7,07% em Éric Zemmour.

Em 2017, na noite em que foi eleito, Emmanuel Macron prometeu fazer “tudo” para que os eleitores “não tivessem mais razões para votar nos extremos”, mas o seu mandato foi marcado pela contestação dos coletes amarelos, pelos protestos contra a reforma das pensões e pela crise social provocada pela Covid-19.

O debate televisivo de quarta-feira e a campanha para esta segunda volta destacaram as divergências dos dois candidatos nos mais diversos temas: Europa, economia, poder de compra, relações com a Rússia, pensões e imigração.

Seja quem for o vencedor, as eleições legislativas de Junho já são apresentadas como “a terceira volta”. Jean-Luc Mélenchon revelou a sua ambição de ser primeiro-ministro e impor uma coabitação, apelando ao voto em massa pelos deputados do seu partido, a França Insubmissa, num contexto em que Emmanuel Macron e Marine Le Pen poderão ter dificuldades em obter uma maioria. ANG/RFI

 


CAN 2023
/ Guiné-Bissau inicia  eliminatória em casa com São Tomé ou Maurícias 

Bissau,22 Abr 22(ANG) - A seleção nacional da Guiné-Bissau irá iniciar a qualificação para o campeonato africano das nações 2023 na sua casa e terá como primeiro adversário, São Tomé e Príncipe ou Ílhas Maurícias.

Segundo o Portal FUT 25 que cita o calendário das jornadas,a Guiné-Bissau iniciará e terminará a campanha de qualificação jogando em casa.

Para a segunda jornada da qualificação a Guiné-Bissau terá como adversário Serra Leoa. Os jogos de primeira e segunda jornada serão disputados entre 30 de Maio e 14 de Junho do corrente ano.

Para a terceira e quarta jornada, os Djurtus defrontarão as super águias da Nigéria, com o primeiro jogo a ser disputado em Nigéria,  e já o segundo ou seja a quarta jornada em casa. Ambas as partidas serão disputadas em Setembro deste ano entre os dias 19 e 23.

Os dois últimos jogos, quinta e sexta jornada respectivamente serão disputados entre 20 a 29 de Março de 2023, defrontando São Tomé e Príncipe ou Maurícias fora e depois fechando a qualificação em casa frente a Serra Leoa.

Ainda não é confirmado se o Estádio Nacional 24 de Setembro será o palco  destes três jogos, uma vez que foi interditado para os jogos de qualificação para o mundial, mas tudo indica que poderá ser admitida novamente visto que foi ali disputado  um jogo internacional da CAF de futebol feminino. ANG/FUT 245

 

  Ucrânia/Rússia quer controlar sul e leste para criar corredor para a Crimeia

Bissau, 22 Abr 22(ANG) – A Rússia quer controlar o sul da Ucrânia e a região do Donbass (leste) para criar um corredor para a Crimeia, a península ucraniana anexada por Moscovo em 2014, disse hoje um comandante militar russo.

“Desde o início da segunda fase da operação especial, há dois dias, um dos objetivos do exército russo é estabelecer o controlo total sobre o Donbass e o sul da Ucrânia”, afirmou o comandante-adjunto do Distrito Militar Central da Rússia, general Rustam Minnekayev, citado pela agência francesa AFP.

Durante uma reunião com empresas do complexo militar industrial russo em Yekaterinburg (Urais), Minnekayev explicou que esse controlo “assegurará um corredor terrestre para a Crimeia”.

Assegurará também “influência nas infraestruturas vitais da economia ucraniana, os portos do Mar Negro, através dos quais os produtos agrícolas e metalúrgicos são entregues”, acrescentou.

As declarações do general russo parecem confirmar que Moscovo também pretende conquistar Odessa, o maior porto ucraniano e a terceira maior cidade do país, segundo a AFP.

Minnekayev disse que o domínio do sul da Ucrânia também ajudará os separatistas pró-russos da Transnístria, que controlam, desde 1992, este território moldavo que faz fronteira com a Ucrânia e onde a Rússia mantém uma guarnição militar.

“O controlo do sul da Ucrânia é também um corredor para a Transnístria, onde há também casos de opressão da população de língua russa”, afirmou.

Antiga república soviética, a Moldova é um pequeno país de língua romena com um governo pró-ocidental.

A Rússia apresenta a ofensiva na Ucrânia, lançada em 24 de Fevereiro, como uma operação para proteger a população de língua russa.

“Estamos a combater o mundo inteiro, neste momento, como na Grande Guerra Patriótica”, disse ainda o general Minnekayev, recorrendo ao nome dado na Rússia à Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

“Toda a Europa, todo o planeta estava contra nós na altura. Agora, é a mesma coisa, eles nunca gostaram da Rússia”, acrescentou.

O Presidente Vladimir Putin anunciou, na quinta-feira, a “libertação” do porto estratégico ucraniano de Mariupol (sudeste), que está no centro de uma grande batalha há quase dois meses.

Putin ordenou ao ministro da Defesa, Serguei Shoigu, a suspensão do assalto à metalúrgica Azovstal, em cujos túneis estão entrincheirados os defensores de Mariupol, mas mantendo o enorme complexo cercado para que nem uma “mosca possa passar”.

Horas depois, a empresa de tecnologia espacial norte-americana Maxar Technologies divulgou imagens de satélite da possível existência de mais de 200 valas comuns perto de Mariupol, que as autoridades ucranianas dizem ter sido usadas pelos russos para enterrar 9.000 civis.

ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Contenção de despesas/Primeiro-ministro vai reduzir assessores para conter massa salarial

Bissau, 22 Abr 22 (ANG) – O primeiro-ministro Nuno Gomes Nabiam, vai reduzir o número de assessores e conselheiros para diminuir a massa salarial na Administração Pública.

A decisão foi quinta-feira tomada na reunião do Conselho de Ministros, que deliberou aprovar o projeto de decreto relativo à composição e funcionamento do gabinete do primeiro-ministro.

Segundo o comunicado distribuído à comunicação social, o projeto de decreto visa "reduzir o número de conselheiros e assessores no quadro dos esforços do Governo para a contenção da massa salarial na Administração Pública".

O Conselho de Ministros deliberou também autorizar os ministros das Finanças e da Administração Pública a "eliminarem as duplicidades na folha salarial da administração pública".

No Orçamento Geral de Estado para este ano o Governo defendeu um maior controlo nas despesas com impacto salarial, nomeadamente "suspensão de novas admissões, contratações, reclassificações, equiparações, promoções, movimentação de pessoal diplomático e mudanças de categoria".

O Orçamento Geral de Estado para este ano tem o valor de cerca de 246 mil milhões de francos cfa (cerca de 375 milhões de euros), 56,8% dos quais destinados a despesas correntes com salários, bens, serviços, juros e transferências.

O Fundo Monetário Internacional (FMI), que terminou terça-feira a terceira e última avaliação do programa de referência, aprovado em julho de 2021, e consultas ao abrigo do artigo IV, afirmou que apoiava a determinação das autoridades guineenses em controlar a massa salarial.ANG/Lusa

 

     EUA/ Mais de 800 milhões de dólares para asistência militar à Ucrânia

Bissau, 22 Abr 22(ANG) – Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram quinta-feira a alocação de mais 800 milhões de dólares (738 milhões de euros) em assistência militar imediata à Ucrânia, que engloba armas e equipamentos do Departamento de Defesa norte-americano.

O Presidente dos EUA, Joe Biden, indicou que esta ajuda será enviada “directamente para as linhas de frente da liberdade”.

“O Presidente [russo, Vladimir] Putin está a apostar que perderemos o interesse, que a unidade ocidental vai quebrar e mais uma vez vamos provar que ele está errado”, declarou o chefe de Estado norte-americano.

“Estamos num período crítico em que vão preparar o terreno para a próxima fase desta guerra”, acrescentou Biden, frisando que esta nova alocação ajudará o exército ucraniano a repelir as forças russas da região do Donbass.

Os EUA e os seus aliados estão a agir “o mais rápido possível” para continuar a fornecer à Ucrânia “as armas de que as suas forças precisam”, assegurou Joe Biden.

O Pentágono disse que esta nova parcela de ajuda à Ucrânia incluiu 72 obuseiros e respctivos veículos, 144.000 projéteis e 121 drones táticos Phoenix Ghost.

Esses novos tipos de drones “foram desenvolvidos rapidamente pela Força Aérea dos EUA para atender a solicitações específicas da Ucrânia”, disse um alto funcionário do Departamento de Defesa dos EUA.

Em comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Antony J. Blinken, deu mais detalhes sobre a ajuda, afirmando que esta será a “oitava retirada de armas, equipamentos e suprimentos dos stocks do Departamento de Defesa para a Ucrânia desde Agosto de 2021”.

“Hoje, quando a Rússia inicia a sua ofensiva renovada no leste da Ucrânia, autorizei, de acordo com uma delegação do Presidente, Joe Biden, (…) mais assistência militar imediata à Ucrânia, avaliada em até 800 milhões de dólares em armas e equipamentos do inventário do Departamento de Defesa. (…) Juntos, continuamos a apoiar a defesa da Ucrânia pela sua soberania e integridade territorial e a fortalecer a posição da Ucrânia no campo de batalha e na mesa de negociações”, disse Blinken.

“Esses esforços, combinados com o apoio humanitário e financeiro directo dos EUA à Ucrânia, o apoio à documentação de evidências dos crimes de guerra da Rússia contra civis ucranianos e os esforços contínuos para aumentar a pressão sobre a economia em ruínas de Putin ajudarão a enfraquecer a posição do Governo russo e a isolá-los ainda mais do mundo até que a Rússia termine a sua guerra não provocada e injustificada contra a Ucrânia”, acrescentou.

Ainda hoje, os Estados Unidos anunciaram que vão fornecer mais 500 milhões de dólares (461 milhões de euros) em assistência financeira à Ucrânia para ajudar o país sitiado a sustentar salários, pensões e outros programas governamentais enquanto evita a invasão da Rússia.

“Planeamos enviar essa ajuda directa à Ucrânia o mais rápido possível, para ser usada nas necessidades mais urgentes”, disse hoje a secretária do Tesouro, Janet Yellen. “Sabemos que este é apenas o começo do que a Ucrânia precisará de reconstruir”, acrescentou.

O novo financiamento soma-se aos outros 500 milhões de dólares em ajuda económica que Joe Biden divulgou em Março.

A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A ofensiva militar causou já a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, mais de cinco milhões das quais para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU – a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo. ANG/Inforpress/Lusa

 

quinta-feira, 21 de abril de 2022

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)