terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sector Privado



Administrador do “Grupo Roterby” qualifica o ano económico 2013 de negativo

Bissau, 07 Jan.14 (ANG) – O Administrador do Grupo Roterby, qualificou de negativo o ano económico 2013, concretamente o fracasso da campanha de comercialização da castanha de caju.

Mama Saliu Lamba em entrevista à ANG afirmou que o Cajú ocupa cerca de 80 à 90 por cento das exportações do país.

“Qualquer país do mundo que importa mais, passa a ser país de consumo e dependente do exterior”, criticou, lembrando que a exportação é a maior fonte de receitas dos empresários.

 “É preciso dinheiro vivo nas mãos de pessoas para aumentar a venda dos empresários caso contrário não é bom. Isto foi uma das razões principais que nos leva a classificar o ano económico 2013 de negativo”, salientou.

Perguntado sobre o que deve ser feito para inverter a situação no presente ano 2014, Mama Saliu Lamba sublinhou que, de imediato os actores políticos devem aceitar chegar a um entendimento para que haja eleições o mais rápido possível, porque o país está sob sanções e num bloqueio total.

“Qualquer país nessa situação, a sua economia torna debilitada. Daí que as pessoas devem entender uns aos outros para permitir o país tornar-se aberto ao mundo exterior e daí os empresários passam a ter um crédito social, económico, financeiro e político desejável”, aconselhou o empresário.

Questionado sobre se é fácil ser empresário na Guiné-Bissau, Mama Saliu Lamba respondeu que não, adiantando que, escolheu essa profissão e que se sente orgulhoso.

ANG/ÂC



 
 
  

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