sexta-feira, 19 de março de 2021

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

  Covid-19/Vacina da AstraZeneca é segura e não é responsável por coágulos

 
Bissau, 19 Mar 21 (ANG)– A Agência Europeia do Medicamento (EMA) assegurou quinta-feira que a vacina da AstraZeneca contra a covid-19 “é segura e eficaz”, não estando também associada aos casos de coágulos sanguíneos detectados, que levaram à suspensão do seu uso.

“O Comité de Avaliação dos Riscos em Farmacovigilância chegou a uma clara conclusão na investigação dos casos de coágulos sanguíneos: esta é uma vacina segura e eficaz”, declarou a directora executiva EMA, Emer Cooke, falando em conferência de imprensa.

Depois de uma investigação nos últimos dias dos especialistas do regulador europeu, Emer Cooke garantiu que a administração da vacina da AstraZeneca “não está associada a um aumento do risco de eventos tromboembólicos responsáveis pelos coágulos sanguíneos” nalguns dos vacinados com este fármaco.

A posição surge depois de nos últimos dias vários países europeus, incluindo Portugal, terem decidido por precaução suspender a administração da vacina da AstraZeneca após relatos de aparecimento de coágulos sanguíneos e da morte de pessoas inoculadas com este fármaco. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Comércio/Grupo Santy vai abrir novo supermercado em Bissau ainda este  ano

Bissau,19 Mar 21(ANG) – O Grupo Santy Comercial  prevê para este ano a abertura de um novo supermercado em Bissau, de categoria internacional, revelou hoje o seu administrador.


Santiago Hanna em entrevista exclusiva à ANG, disse que as obras da referida infraestrutura comercial situada junto as suas instalações no bairro de Ajuda, já estão concluídas e que aguarda-se a marcação de uma data para a sua abertura.

Disse  que a abertura do Supermercado estava prevista para o ano passado, mas que devido a pandemia da Covid-19, que limitou as movimentações das pessoas e o fluxo de negócios, essa intenção ficou condicionada.

Santiago Hanna explicou que é uma espécie de Hipermercado que ocupa uma área de 1700 metros de lojas, onde se podem encontrar  congelados, frutas, legumes, variados tipos de produtos alimentares, artigos eletrónicos entre outros.

Aqule responsável destacou que o Grupo Santy começou a operar na Guiné-Bissau no ano 2006 com engarrafamento de água mas que  arrancou com  projectos investimento forte  no país, em 2011.

Perguntado sobre como  surgiu a ideia de vir investir na Guiné-Bissau, Santiago Hanna respondeu que o Grupo  reside na Guiné Equatorial e com uma relação forte com muitos países africanos.

“Foi com base na perspetivação de novos horizontes de investimentos que fizemos uma visita à Guiné-Bissau, tendo em conta que dispõe de oportunidades únicas na costa Ocidental africana, porque tem as características quase idênticas à Guiné Equatorial, em termos de tamanho e população e notamos que é um país para fazer quase tudo”, disse.

Abordado sobre os motivos que nortearam a optar pelo investimento na Guiné-Bissau na área do comércio, o administrador do Grupo Santy sublinhou que, dispõe de linhas de supermercados e de vendas à grosso noutros países nomeadamente em São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Mali, acrescentando que o sector comercial é o seu ramo principal de negócios.

“O Grupo Santy conta com mais de 20 empresas que operam no sector comercial e industrial, através de engarrafamento de água, vinho, sumos e de cervejas bem como de ramos farmacêuticos na Guiné Equatorial  e em vários países da África Austral”, contou.

Santiago Hanna  disse que na Guiné-Bissau, o Grupo opera para além do sector comercial, nas áreas de industria com a criação de duas unidades de processamento de água, vinho e cerveja e que no quadro do seu plano de investimento já compraram a Companhia de Cervejas e Refrigerantes da Guiné-Bissau(CICER) visando a sua recuperação.

Disse que tem ainda uma fábrica de processamento de castanha de caju que iniciou as suas actividades há cerca de dois anos, e que  é a maior unidade do país, com capacidade de processar cerca de 10 mil toneladas  de castanha por ano.

O grupo, segundo Hanna, exporta amêndoas de caju para o mercado Europeu e para os Estados Unidos de América, e é a única que dispõe de certificados sanitários, que permite os  seus produtos entrarem noutros mercados.ANG/ÂC//SG

Agricultura/ROPPA preocupada com atraso na disponibilização  do fundo de 75 milhões de dólares para  setor agrícola

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) - A Rede de Organizações Camponesas e Produtores Agrícolas de África Ocidental (ROPPA) está preocupada com o atraso na disponibilização  do fundo de 75 milhões de dólares, doado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) que devia beneficiar o setor agrícola nacional.

A revelação foi feita esta sexta-feira pelo Presidente Honorário da ROPPA, Mamadu Sissoco à saída de um encontro com o Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.

“Há quase um ano, existe um financiamento que a União Europeia e FIDA colocaram a disposição da Guiné-Bissau e está atrasado no seu lançamento devido à algumas burocracias, e
a situação está bloqueada até então”, revelou.

Sissoco informou que veio para sensibilizar as autoridades do país, nomeadamente o Ministério de Agricultura, tendo já reunido  com o Diretor-geral do referido Ministério, o Vice-Primeiro-ministro, e agora o Presidente da República no sentido de fazerem alguma coisa para que o país não perdesse esse fundo, por “capricho” de uma pessoa.

Aquele responsável revelou ainda que a FIDA já deu o prazo de 15 dias, que começou quinta-feira, 18 de Março de 2021 para a resolução desse problema para que o país beneficie do referido apoio, acrescentando que, caso contrário a FIDA vai retirar aquele fundo que pode ser recuperado daqui há cinco anos.

Mamadu Sissoco pediu ainda ao Presidente da República que usasse a sua influência para que a Guiné-Bissau não perdesse esse apoio que vai ajudar a população, em particular os agricultores.

 A Rede de Organizações Camponesas e Produtores Agrícolas de África ocidental (ROPPA) tem sede em Burkina Faso. ANG/DMG/ÂC//SG

 

Segurança/Presidência da República nega  informações que a conotam com actos de violência

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) – A Presidência República repudiou com veemência as afirmações veiculadas nos órgãos de comunicação social e que a conotam com actos de violência e atentados à liberdade e direitos humanos dos cidadãos.           

O repúdio vem expressa num comunicado do Gabinete de Comunicação e das Relações Públicas da Presidência da República feito no dia 18 de corrente mês à que a ANG teve acesso hoje.

De acordo com o comunicado, essas acusações são narrativas
destorcidas e que estão  claramente ao serviço de interesses políticos.

ʺNo que concerne, as questões suscitadas nas notícias, nomeadamente as ameaças dirigidas ao deputado Marciano Indi e acusações de intimidação, ameaças e descriminação por parte de Presidente da República contra jornalistas, somos obrigados a informar a opinião pública, que tais acusações devem fundar-se em provas indiciárias e consistentes, não em suposições ou rumores”, refere  a nota.

O comunicado refere que  importa relembrar que a Guiné-Bissau é um Estado que garante e salvaguarda os direitos de liberdade e bem com direitos económicos, sociais e culturais, com tribunais independentes e a administração subordinada ao princípio da legalidade.

Acrescenta que, por respeito ao princípio da separação de poderes constitucionalmente consagrados, cabe aos tribunais administrar a justiça, não o Presidente da República, o que, refere o comunicado, compete aos juízes assegurar a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos, reprimir a violação da legalidade e dirimir os conflitos de interesses públicos.

O Gabinete de Comunicação da Presidência, por essa via, reafirma que o chefe de Estado Umaro Sissoco Embaló está, sempre esteve e estará comprometido com a liberdade de expressão na Guiné-Bissau, e que em sua comunicação pública instruiu pessoalmente às autoridades competentes a investigarem “exaustivamente” os ataques contra jornalistas. ANG/MI/ÂC//SG

   

Artesanato/”O Governo tem um grande apreço para o sector”, diz o Director Geral do Artesanato

Bissau,19 Mar 21(ANG) – O Diretor-geral do Artesanato declarou que o  actual executivo tem um grande apreço para com o sector de artesanato, porque entendeu que, sem essa área, não conseguirá honrar os seus compromisso enquanto executivo.


Fodé Darame que falava na abertura de uma palestra alusiva a celebração do Dia Mundial de Artesanato que se assinala hoje, disse que as principais receitas do Estado são provenientes do sector privado, onde o artesanato representa entre 35 à 40 por cento.

“Se assim for, o Governo entende que o artesanato é um sector fulcral para o desenvolvimento do país, e se outrora foi relegado ao esquecimento, doravante ocupará o seu verdadeiro lugar no xadrez de desenvolvimento do país”, disse.

Aquele responsável afirmou que, há muitos séculos que o sector artesanal situa na esfera de todas as actividades de desenvolvimento ao nível mundial.

“Antes da revolução industrial de 1800, na Inglaterra, as principais actividades praticadas pelo homem eram artesanais. Para a sua necessidade de locomoção o homem inventou  carros artesanais para transportar as mercadorias e outros materiais do continente para zonas insulares, inventou as pirogas a remo”, explicou.

Fodé Darame frisou ainda que, até finais do século 18, as actividades artesanais eram predominantes no planeta terra, salientando que até os dias de hoje esse sector continua a dar o seu fluxo na vida dos seres vivos, não obstante ter diminuído, porque os Europeus saíram do trabalho manual para o industrial.

Aquele responsável afirmou que, em África, 90 por cento de países ainda não estão industrializados e que continuam a apostar no artesanato como principal actividade.

A comemoração do Dia Mundial de Artesanato será marcado com a realização e uma palestra subordinada
ao tema, “Importância do Artesanato para o Desenvolvimento Sócio Económico da Guiné-Bissau”, a ser orado pelo ex, Director-geral do Artesanato, Januário Indi.ANG/ÂC//SG

 

 

Tanzânia/Samia suluhu toma posse como primeira mulher presidente da República

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) – A vice-presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, tornou-se hoje a primeira mulher a ocupar o cargo de chefe de Estado neste país da África Oriental, após a morte do Presidente tanzaniano, John Magufuli, na quarta-feira.

Samia Suluhu Hassan tomou posse numa cerimónia transmitida pela televisão, na capital económica do país, Dar es Salaam, em que participaram vários membros do Governo e antigos Presidentes, incluindo Jakaya Kikwete, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

De acordo com a Constituição da Tanzânia, a vice-presidente deve ocupar agora a presidência do país até ao final do mandato de Magufuli, que expira em 2025.

Foi precisamente Suluhu Hassan quem anunciou a morte de Magufuli na noite de quarta-feira, num discurso à nação que pôs fim a semanas de especulação sobre a ausência do chefe de Estado, reeleito em Outubro, que não era visto desde final de Fevereiro.

Natural do arquipélago semi-autónomo de Zanzibar, cujas relações com a Tanzânia continental são historicamente tensas, Suluhu Hassan era já a primeira vice-presidente da história do seu país, tendo concorrido ao lado de Magufuli quando este chegou ao poder, em 2015.

“Posso parecer educada e posso não gritar quando falo, mas o mais importante é que todos compreendam o que estou a dizer e que que as coisas sejam feitas como eu digo”, afirmou Suluhu Hassan em 2020.

Nascida em 27 de Janeiro de 1960 em Zanzibar, com um pai professor e mãe dona de casa, Suluhu Hassan é mestre em Desenvolvimento Económico Comunitário pela Universidade Livre da Tanzânia e pela Universidade do Sul de New Hampshire, nos Estados Unidos da América.

Iniciou a sua carreira profissional no Governo de Zanzibar, onde trabalhou entre 1977 e 1987, desempenhando funções administrativas e, mais tarde, como responsável pelo desenvolvimento.

Ainda no arquipélago semiautónomo, juntou-se ao Programa Alimentar Mundial e, mais tarde, dirigiu a associação de organizações não-governamentais (ONG) locais durante dois anos.

A sua carreira política teve início em 2000, com a nomeação para deputada no parlamento de Zanzibar pelo partido presidencial Chama Cha Mapinduzi (CCM), que ainda hoje se mantém no poder. Por este partido viria a ser eleita para a Assembleia Nacional tanzaniana.

Ao longo da carreira política, Suluhu Hassan desempenhou várias vezes o cargo de ministra. Primeiro em Zanzibar, entre 2000 e 2010, como ministra das Mulheres e Juventude, depois do Turismo e Comércio, e, a nível nacional, foi ministra dos Assuntos Sindicais, sob o antigo Presidente Jakaya Kikwete.

Depois das eleições de 2015 e com a conquista do lugar de vice-presidente, um papel que normalmente fica em segundo plano, Suluhu Hassan era o rosto da Tanzânia no estrangeiro, representando regularmente Magufuli.

A muçulmana, de 61 anos, junta-se assim a Sahle-Work Zewde, Presidente da Etiópia, embora esta última desempenhe um papel mais cerimonial.
Magufuli morreu na quarta-feira aos 61 anos devido a doença cardíaca em Dar es Salaam, capital económica da Tanzânia.

De acordo com as autoridades, o Presidente estava internado num hospital desde a semana passada por doença e “tinha um problema cardíaco há vários anos”.

Há semanas que circulavam rumores sobre a saúde de Magufuli, que davam conta de que teria procurado ajuda médica no estrangeiro, depois de ter sido infectado com o novo coronavírus, de acordo com a oposição no país.

Magufuli era um dos mais proeminentes negacionistas africanos da gravidade do novo coronavírus, tendo afirmado que a Tanzânia estava “livre” de covid-19, em virtude das orações dos tanzanianos.

Reeleito em outubro, Magufuli, apelidado de "bulldozer", chegou ao poder em 2015, prometendo combater a corrupção.

O seu primeiro mandato foi marcado, segundo muitas organizações de direitos humanos, por uma deriva autoritária, repetidos ataques à oposição e o recuo das liberdades fundamentais.ANG/Angop

Cooperação/ Presidente da República admite possibilidade da India abrir sua representação diplomática no país

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) – O Presidente da República  admitiu esta sexta-feira a possibilidade de a India abrir a sua  representação diplomática no país.

Umaro Sissoco Embaló que falava aos jornalista,  após um encontro de trabalho com o Representante do Secretário Geral das Nações Unidas, para África Ocidental, Mohamed Ibn Chambas, revelou  ter recebido um pedido de acreditação dos embaixadores da India, Arábia Saudita, Turquia, Kouweit, Qatar e Suécia na Guiné-Bissau.

O chefe de Estado Guineense questionou se isso não é suficiente, ao referir-se ao interesse de vários país estabelecerem relações diplomáticas com a Guiné-Bissau.

Referindo-se aos últimos incidentes no país, Sissoco Embalo disse que  a Guiné-Bissau é um pais onde existem regras e que não vai permitir  a perturbação, porque o  povo tem o direito de viver em paz, harmonia e na estabilidade.

Disse que  na Guiné-Bissau não existe o hábito de raptos, tendo  lamentado  espancamento dos jornalistas, apesar de reconhecer a existência de “bandidos” no país.

“As pessoas pensam que podem desestabilizar o país, ninguém vai conseguir e se o fizer não vai sair, porque o país está  cansado  de ser perturbado por um grupo de cinco pessoas”, disse sem identificar a quem se refere.

Relativamente a acusação de um dos seus segurança ter espancado  o jornalista da Rádio Capital FM, Adão Ramalho, Umaro Sissoco Embalo  disse que o referido segurança se encontrava com ele em Dacar na altura em que o incidente se registou em Bissau..

O Presidente da República disse que ouviu aquilo que o deputado Marciano Indi  disse, e diz que até hoje a Presidência  não dispõe de viaturas e as que usa são privadas.

“Será que as viaturas vistas no local apresentavam com o registo da Presidência, não, e como pode dizer que são da Presidência, isso é um acto de irresponsabilidade”, afirmou.

O Chefe de Estado guineense afirmou que tudo o que acontece actualmente no país está a ser  feito por duas pessoas, que entretanto não identificou.

Disse que vai   acabar com tudo isso, da mesma forma que a Guiné-Bissau se libertou  do jugo colonial..ANG/LPG/ÂC//SG

 Covid-19/OMS África espera terceira vaga dentro de semanas e apela a vacinação

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) – A directora regional da OMS para África afirmou hoje que é previsível uma terceira vaga de covid-19 em vários países nas próximas semanas e encorajou os Estados a continuarem as suas campanhas de vacinação, sem pausas.

Matshidiso Moeti falava durante a sessão de informação online da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a pandemia de covid-19 em África, hoje marcada pelas dúvidas sobre a vacina da AstraZeneca, suspensa em vários países após casos de reacções adversas graves, e sobre a qual o regulador europeu vai hoje pronunciar-se.

“Em relação à suspensão preventiva da vacina da AstraZeneca em alguns países da Europa, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) está hoje reunida e esperamos uma recomendação”, disse, recordando que a OMS está a fornecer aos países toda a informação disponível.

“É natural que os países estejam preocupados”, afirmou, referindo que ainda esta noite enviou para todos os países a informação adicional mais actualizada.

Ainda assim, Moeti encorajou os países a continuarem com as suas campanhas de vacinação e a não fazerem pausas.

“Estamos numa corrida contra o tempo. Quanto mais pessoas estiverem protegidas, menor a probabilidade de mutações que produzam variantes mais perigosas do vírus, pondo em perigo o mundo inteiro”, disse.

A directora regional da OMS para África referiu que é esperada uma terceira vaga nas próximas semanas, tendo em conta que “os governos estão a aliviar as restrições e há cansaço da população em aderir a medidas de saúde pública”.

Para Matshidiso Moeti, “a vacinação é o caminho mais rápido para a recuperação social e económica desta pandemia”.

E recordou que, através da Covax, iniciativa fundada pela OMS para garantir uma vacinação equitativa contra a covid-19, foram entregues mais de 16 milhões de doses a 27 países africanos.

Só no Gana, especificou, mais de 420.000 pessoas foram vacinadas em apenas duas semanas, o que abrange mais de 60% da população na zona da capital, Accra, que “tem sido fortemente afectada pelo surto”.

“A solidariedade internacional continua a ser vital, incluindo a partilha de doses de vacina por países ricos que têm fornecimentos excedentários”, acrescentou.

Neste encontro virtual, o presidente da African Vaccine Manufacturing Initiative, William Kwabena Ampofo, defendeu o incremento da produção de vacinas em África, mas não apenas como resposta à pandemia de covid-19 e sim para garantir uma resposta a outros surtos que atinjam o continente.

Para este especialista em virologia na Universidade do Gana, a covid-19 pode ser “uma oportunidade” para a reorientação das prioridades nesta área, incrementando a produção das vacinas em centros na região africana.

William Kwabena Ampofo reconhece que é necessário investimento e o emprego de pessoal e identificou a criação de um comité para a produção de vacinas no Gana como “um importante passo para o continente começar a produzir vacinas”.

A covid-19 infectou 4.062.388 pessoas nos 55 Estados-membros do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), causando 108.659 mortes. Recuperaram 3.649.317 infectados.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egipto, em 14 de Fevereiro de 2020, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infecção, em 28 de Fevereiro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.671.720 mortos no mundo, resultantes de mais de 120,6 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.ANG/Inforpress/Lusa

Caso Marciano Indi/Ministério de Interior recomenda o recurso à polícia à cidadãos em circunstâncias de insegurança

Bissau, 19 Mar 21 (ANG) - O Ministério de Interior recomendou quinta-feira aos cidadãos a fazerem recurso às autoridades policiais cada vez que sentirem ameaçados.

A recomendação  veio expressa numa nota à imprensa produzida pelo Gabinete da Comunicação do Ministério de Interior, na sequência da denuncia feita pelo deputado Marciano Indi que alega ter sido vítima de uma tentativa de rapto, no passado dia 17 por agentes de Forças de Intervenção Rápida(PIR), na sua residência em Safim.

Segundo o comunicado, o Ministério de Interior, após ter ouvido as declarações do deputado Marciano Indi nos órgãos de comunicação social, ativou os seus serviços competentes para apurar a veracidade da denúncia, mas acabaram por descobrir que nenhuma estrutura das forças da ordem se envolveram na alegada tentativa de  rapto.

 “O Ministério de Interior lamenta o facto de Marciano Indi ter recorrido à imprensa para comunicar assunto que devia ser anunciado à policia para que fossem tomadas as medidas necessárias”, refere a nota de imprensa.

Por outro lado e na mesma nota, o Ministério de Interior referiu que quanto aos espancamentos dos jornalistas António Aly Silva e Adão Ramalho, decorrem os trabalhos de  investigação para se  identificar os actores e traduzi-los à justiça, com a finalidade de receberem “a punição que merecem”.

O deputado Marciano Indi, denunciou no dia 17 ter sido vítima de uma segunda tentativa de rapto por agentes da Polícia de Intervenção Rápida(PIR) –forças especiais da Polícia da   Ordem Pública, que se insurgiram na sua residência numa viatura da Presidência da República.

Indi disse que o rapto não se consumou devido a intervenção de um grupo de jovens de Safim.ANG/AALS/ÂC//SG

         Cabo Verde - Presidenciais/José Maria Neves anuncia candidatura

 Bissau, 19 Mar 21 (ANG) – O ex-primeiro-ministro, José Maria Neves, apresentou hoje a sua candidatura à Presidência da República, garantindo, caso for eleito, ser o primeiro embaixador da diáspora e aquele que une, aconselha, sugere e assume toda a história do País.

José Maria Neves, que fez a apresentação da candidatura a ser apoiada pelo PAICV, em um dos hotéis da Cidade da Praia, disse querer contar com o apoio de todos, independentemente da cor política, e prometeu transformar-se no primeiro embaixador da República e trabalhar para garantir os investimentos necessários para “levantar” o País na pós-pandemia.

“A reconstrução do país será a minha prioridade. A significativa retração da economia, o aumento do déficit, da dívida, do desemprego, da pobreza e das desigualdades, a falência de empresas, as perdas emocionais e sociais devem levar-nos ao reforço da confiança mútua entre os partidos políticos, ao diálogo, à partilha e à busca conjunta de soluções”, disse o candidato às eleições presidenciais de 17 de Outubro.

Na sua comunicação, José Maria Neves realçou ainda que Cabo Verde precisa de uma liderança forte para mobilizar os partidos, as empresas, os sindicatos, as igrejas, as ONG, a sociedade civil e os cidadãos nas ilhas e na diáspora, visando a reconstrução do País na pós-pandemia.

Neste âmbito, salientou que como Presidente da República, pretende ser, não apenas um “bom árbitro”, mas também um dinamizador de novos processos políticos, abrir espaços de participação a todos, uma instância moral, um traço de união, um provedor das liberdades, da democracia e do Estado de Direito e um promotor do País no mundo.

“A democracia não é apenas disputa e competição, é também compromisso e consenso. É essencial, pois, percorrermos as fases dos processos deliberativos democráticos. Há tempo para discórdias, discensos e desacordos, mas também há tempo para acordos, compromissos e consensos”, asseverou, sustentado que assim “estaremos em condições de acelerar o ritmo das mudanças e reconstruir mais rapidamente o país (…)”.

O candidato à Presidente da República que admite que os desafios pós-pandemia são “gigantescos” em todos os níveis, afirmou que o País precisa de um líder para ser o

“fomento” do novo momento, que assume a história e saiba valorizar a independência, as liberdades, a democracia e a ânsia pelo desenvolvimento sustentável.

“O País precisa de um Presidente que motiva, que promove consensos nacionais e garante a sua plena concretização. De um Presidente que garante a continuidade e a perenidade das instituições democráticas”, realça, sublinhando que nos termos da Constituição, o Presidente da República deve ser suprapartidário e de todos os partidos, dos cabo-verdianos no país e na diáspora.

Para José Maria Neves, o País precisa de um Presidente “artesão” que ama, cuida, repara e ajuda a unir as partes, a fazer novas e boas escolhas e a escrever o destino das ilhas com as próprias mãos.

José Maria Neves termina o seu anúncio como candidato a Presidente da República às eleições de 17 de Outubro, com uma homenagem a todos os pais, lembrando que a sua candidatura foi feita a 19 de Março, o dia que se assinala o Dia de São José. ANG/Inforpress

 

 

quinta-feira, 18 de março de 2021

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Formação profissional/União Europeia considera Formação Técnico Profissional um  “instrumento” de desenvolvimento do país

 Bissau, 18 Mar 21 (ANG) - A Chefe de Cooperação da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau considerou esta quinta-feira o ensino e formação técnico profissional  um “instrumento” para o desenvolvimento do país.


Simona Schlede fez a referida consideração no âmbito de um ateliê de restituição dos resultados do diagnóstico dos Centros de Formação Profissional na Guiné-Bissau , no qual foi revelada  que 63% dos referidos centros estão concentrados na capital Bissau.

Segundo Simona, este  ateliê se enquadra na implementação do Projecto de Reforço do Sistema do Ensino e Formação Técnica e Profissional (RESET) na Guiné-Bissau através da intervenção do governo. Projecto    esse que foi implementado pela Agência Belga de Desenvolvimento (Enabel) e financiado pela Delegação da União Europeia, no valor de 7 milhões de euros, com duração de cinco anos.

A Chefe de Cooperação de UE salientou  que o projecto tem como objectivo principal, o relançamento do Ensino e formação técnico e profissional para promoção do emprego na Guiné-Bissau.

“A União Europeia apoia o desenvolvimento das competências para melhorar a empregabilidade dos trabalhadores, a produtividade das empresas e o crescimento económico inclusivo”, disse.

Simona considerou a Enadel de parceiro importante na  implementação do projecto RESET na Guiné-Bissau, através das intervenções da governação na qualidade e relevância do sistema de formação, assim como o apoio para transmissão ao mercado de trabalho.

“O referido projecto, constitui um papel importante e estratégico para o país cuja a população é maioritariamente jovem, mas que enfrenta uma escassez crônica de oportunidades económicas e de inserção profissional. Portanto, investir na juventude é uma prioridade da União Europeia na Guiné-Bissau”, referiu.

Acrescentou que, a qualidade dos empregos disponíveis é também uma questão de grande preocupação, pois muitos jovens acabam por trabalhar na economia informal, caracterizada por condições precárias, baixo salário, poucas oportunidades de formação e nenhuma produção social.

“A formação profissional não é  suficiente para encontrar um bom emprego e construir um futuro satisfatório. Daí, a importância de estudar bem o contexto e conhecê-lo, em profundidade, tanto do ponto de vista da oferta de formação como da procura de mão-de-obra”, disse aquela responsável.

Simona Schlede disse ainda que, o diagnóstico que a Enabel apresenta é crucial, porque vai permitir a definição de uma estratégia de intervenção focada nos sectores e nas áreas  do país onde há mais dinâmica e potencial do desenvolvimento económico para apoiar, tanto quanto possível, a capacidade dos centros de formação existentes,  esforço para melhorar a qualidade de oferta e na criação de novos cursos na base das necessidades do país.

“Para que haja  resultados sustentáveis é necessário um sistema abrangente de desenvolvimento de competências, em que tanto o Estado assim como o sector Privado participem com os parceiros, de modo a proporcionar o desenvolvimento de competências para os grupos mais vulneráveis e excluídos da educação”, recomendou.

Por sua vez, o Director do Instituto Nacional para Formação Técnica e Profissional (INAFOR), Alberto Francisco Gomes manifestou a sua satisfação com o  projecto RESET e disse que o diagnóstico feito vai permitir que haja sugestões para  alternativas concretas.

Alberto Francisco Gomes acrescentou que o diagnóstico exigirá igualmente  coragem e vontade de bastante trabalho para o alcance do progresso.

No ateliê de restituição dos resultados do diagnóstico dos Centros de Formação Profissional na Guiné-Bissau participam  directores de diferentes Centros de Formações Profissionais existentes no país. ANG/AALS/ÂC//SG

 

Sector Industrial/ Ministro de Comércio e Indústria satisfeito com funcionamento de fábrica de sabão no país

Bissau, 18 Mar 21 (ANG) – O ministro de Comércio Indústria, António Artur Sanhá disse estar satisfeito com funcionamento de algumas unidades industriais, sobretudo a de sabão, no país.

O ministro  que falava aos jornalistas no final da visita efectuada à fábrica  “Bissau Sabão”, situada na zona de Bolola, disse que  está satisfeito, porque é uma fábrica que na sua embalagem se identifica com a Guiné-Bissau.

Disse que a fábrica funciona  bem, porque o sabão é um elemento essencial para higiene e a sua produção exige muita mão-de-obra ou seja emprega muitas pessoas.

“Sensivelmente não constatamos nada de mal, porque estão a cumprir com as normas e funcionamento também”, afirmou Artur Sanha.

A visita,  segundo o ministro, serviu para fazer um diagnóstico sobre o que existe na Guiné-Bissau no sector indústrial.

Artur Sanhá constatou que algumas unidades estão a funcionar bem, por exemplo ao nivel de sabão, água, descasque de caju, aguardente entre outros produtos.

Interrogado sobre a segurança dos trabalhadores, Artur Sanhá disse que é preciso esperar o relatório dos técnicos, para que possa pronunciar sobre a questão de segurança e proteção.

Segundo ele, ainda estão sem data para visitar as unidade de fabrico de sabão para ver se existem condições de segurança para funcionários, que no momento usam máscara facial de prevenção de coronavirus.

Em nome da direção da fábrica de sabão, Aliu Umais disse que a fábrica produz 1500 caixas de sabão por dia, que contém 10 barras cada.

“Ha três meses que iniciamos a produção de sabão, mas a situação está bem, porque a produção diária varia de 800 à 1500 caixas de sabão por dia, e  produzimos  conforme a solicitação”, revelou Aliu Umais.

De acordo com Aliu Umais,  a fábrica conta com 70 funcionários entre nacionais e estrangeiros, mas perspectiva-se aumentar esse  número para 80 trabalhadores num futuro próximo.

O ministro do Comércio e Indústria,  prometeu alargar a visita ao interior do país nos próximos dias, com o mesmo objectivo ou seja se inteirar do funcionamento das unidades industriais de produção instaladas em diferentes localidades do interior do país..ANG/LPG/ÂC//SG

 

 

Segurança interna/Governo da Guiné-Bissau remete reação a denúncia de rapto de deputado para “tempo oportuno"

Bissau,18 Mar 21(ANG) - O Ministério do Interior  remeteu uma reação sobre a denúncia do deputado Marciano Indi, de que terá sido alvo de uma nova tentativa de rapto, para "tempo oportuno".

Segundo a Lusa, fonte do Ministério do Interior, que tutela a PIR (Polícia de Intervenção Rápida), disse  que "vai haver uma reação em tempo oportuno".

O deputado  Marciano Indi denunciou quarta-feira ter sido alvo de uma alegada tentativa de rapto por parte de elementos da PIR.

Marciano Indi, líder da bancada parlamentar da Assembleia do Povo Unido - Partido Social Democrata da Guiné-Bissau (APU-PDGB), disse que o ato terá acontecido na quarta-feira de madrugada, na sua residência em Safim, a 25 quilómetros de Bissau.

O político foi raptado e espancado no dia 22 de Maio do ano passado, em plena luz do dia, quando se dirigia para a sua residência, vindo da capital guineense, por desconhecidos.

Marciano Indi faz parte do grupo de dirigentes da APU-PDGB que apoiaram a candidatura de Domingos Simões Pereira, na segunda volta das eleições presidenciais de 2019, enquanto o líder do partido, o atual primeiro-ministro, Nuno Nabiam, apoiou Umaro Sissoco Embaló, agora presidente da Guiné-Bissau.

As organizações da sociedade civil têm denunciado diversas violações dos direitos humanos contra ativistas, políticos, deputados e jornalistas e órgãos de comunicação social. ANG/LUSA

 

 

Segurança interna/Deputado Marciano Indi denuncia tentativa de rapto e pede protecção da CEDEAO

Bissau,18 Mar 21(ANG) - O deputado e líder da bancada parlamentar da Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Marciano Indi, diz ter escapado, na madrugada de quarta-feira, 17, a uma tentativa de rapto, por parte de elementos da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), em Safim, onde ele mora.

"Por volta da 0 hora, uma viatura da Presidência (da República) e da Polícia da Intervenção Rápida (PIR), com 12 homens, pararam em frente à minha casa e a minha salvação foi a comunidade local que está a me assegurar desde a denúncia da tentativa de sequestro", disse Marciano Indi.

Marciano Indi pede a intervenção da comunidade internacional, em particular da CEDEAO, enquanto deputado do parlamento daquela organização da África Ocidental, e diz que  as actuais autoridades guineenses não estão interessadas em garantir a segurança dele.

"Não acredito que as actuais autoridades vão me garantir a segurança, a não ser a comunidade internacional ou a CEDEAO, porque também sou deputado dessa organização sub-regional. Não é normal a forma como eles dirigiram para a minha casa. Como podem acompanhar a denúncia feita por um dos meus familiares em como há tentativa de me sequestrar de novo, eles queriam concretizar esse plano na noite passada", afirmou o deputado que pertence ao partido do primeiro-ministro Nuno Nabiam Gomes.

O parlamentar acusa ainda o Ministério do Interior e o Presidente da República, Úmaro Sissoco Embaló, de serem responsáveis pelos sucessivos raptos e espancamentos dos cidadãos no país.

A VOA contactou o Gabinete de Comunicação da Presidência de República que recusa comentar o assunto, enquanto o Ministério do Interior promete uma reacção para mais tarde.

A 22 de Maio de 2020, Marciano Indi foi raptado e espancado, por indivíduos em circunstâncias ainda desconhecidas.

No dia 8 de Março, o jornalista António Aly Silva foi sequestrado e espancado, enquanto o também jornalista Adão Ramalho escapou a uma tentativa de sequestro no dia 12, mas foi igualmente espancado. ANG/VOA

 

          Política/PAIGC condena   tentativa de rapto ao deputado Marciano Indi

Bissau, 18 Mar 21 (ANG) – O Secretariado Nacional do Partido Africano da Independência de Guiné e Cabo Verde (PAIGC), condenou quarta-feira, através de um comunicado emitido à imprensa, a alegada tentativa de rapto ao líder da bancada parlamentar da APU-PDGB, Marciano Indi, pelos agentes da PIR(Polícia de Intervenção Rápida), na quarta-feira.

De acordo com o comunicado, o acto aconteceu na residência do deputado,  em Safim, e não teve sucesso devido a intervenção de um grupo de jovens de Safim

 “Para o PAIGC, a nova tentativa de crime contra o deputado Marciano Indi, volvidos cerca de um ano e coincide com a vaga de espancamento nos últimos dias contra os dois jornalistas, António Aly Silva e Adão Ramalho, vêm expressar, claramente, o clima de terror que o regime tenta implantar para aterrorizar a população e impedi-la de exercer os seus direitos e liberdade de expressão”, refere o documento.

O PAIGC reitera no comunicado a sua determinação de continuar a lutar, através de mecanismos legais existentes contra o regime que diz ser “autocrata e desposta”, que o Chefe de Estado Umaro Sissoco Embaló está a tentar implantar no país.

O partido liderado por Domingos simões Pereira apela a mobilização nacional, visando combater todas as formas de opressão e sub-jugação que estão sendo perpetuadas pelo actual regime, na Guiné-Bissau.

“O PAIGC ainda reitera a sua posição quanto ao pedido de demissão do Procurador-Geral da República Fernando Gomes, entidade com competência e atribuições de pôr cobro as  “violências gratuitas” registadas no país”, lê-se no documento.

Os libertadores, através da mesma nota, apelam a calma e serenidade dos seus dirigentes e militantes bem como a população em geral, na convicção de que os valores democráticos conquistados na base de suor do povo e dos antigos combatentes, serão sempre salvaguardados na consolidação do Estado de Direito Democático. ANG/LLA/ÂC//SG