quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Voz do povo


“O sucesso do novo governo vai depender do entendimento da classe política”, dizem alguns cidadãos

Bissau 23 Nov. 16) ANG) – Alguns cidadãos guineenses consideraram hoje fundamental o entendimento entre os políticos do país para o sucesso do novo governo, caso contrário a Guiné-Bissau vai continuar na crise que já dura há mais de um ano. 
 
Numa auscultação feita pela ANG os cidadãos entrevistados pediram maior ponderação e bom senso da classe política do país com vista a viabilizar o Governo de Umaro Sissoco” porque o povo já sofreu muito”.

Suncar Baldé, funcionário da Imprensa Nacional disse que ainda é cedo para avaliar o novo chefe de Governo uma vez que a Guiné-Bissau é um país muito complicado e o primeiro-ministro é pouco conhecido na praça pública.

Para ele, não basta ao Umaro Sissoco conviver com grandes figuras mundiais para governar bem. Tem que saber  gerir a situação de momento, isto é negociar com partidos que estão representados no parlamento.

Contudo, Suncar elogiou o acto de Umaro Sissoco  entabular contactos com os partidos políticos com vista a formar o seu governo, acrescentando que ele, deve continuar na senda do diálogo para viabilizar o seu executivo.

Por sua vez, a cidadã Geraldina Carvalho de Alvarenga, residente no bairro de Bandim disse que Umaro Sissoco já está a dar provas da sua nomeação. E que exemplo diss, é a diligência feita e que culminou com a suspensão da greve no sector educativo.

Geraldina disse ter a  esperança de que Umaro Sissoco fará ainda melhor do que os seus antecessores, tendo pedido o entendimento no meio dos políticos para o bem do país.  

O cidadão Valdo Gomes da Costa, residente no bairro de Bandim disse esperar que o novo primeiro-ministro faça inovação na forma de  governar para que o seu governo possa ser diferente no sentido positivo.

Gomes da Costa destacou que as sucessivas quedas do executivo não ajudam em nada a estabilidade do País.

“Já estamos cansados de votar e escolher os nossos governantes num país em que o direito dos cidadãos não são respeitados. Se não vejamos: estamos sem escolas, os jovens não têm emprego, o nosso Estado está refém dos países vizinhos porque eles é que ditam as regras a serem seguidas pelos guineenses ou seja estamos num país onde o futuro é uma incógnita, mas não vamos cruzar os braços”, disse o estudante universitário.


Seco Djamanca, estudante do 12o ano, no Liceu Nacional Kwame Nkurmah, cdisse que a expectativa em relação a nomeação de Umaro Sissoco é grande,razão pale qual  pede a colaboração entre políticos para a saída da crise, que segundo ele, podia ser evitada se os actores políticos abdicassem dos  seus interesses pessoais e servissem ao povo .

Disse que, se  o Programa de Governo fosse aprovado no Parlamento seria uma vitoria para todos, e que caso contrário voltaremos a estaca zero, o que seria muito lamentável. ANG/MSC/ÂC/SG

Ensino público



                       Sindicatos dos professores suspendem a greve

Bissau, 23 Nov 16 (ANG) – O Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF) e Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), suspenderam hoje a greve no ensino público que vinha decorrendo desde 29 de Setembro último, após assinatura segunda-feira de um Memorando de Entendimento com o novo Primeiro-ministro.
Vista do Liceu Nacional Kwame Nkrumah

Em conferência de imprensa realizada hoje, o Presidente do SINAPROF Malam Li disse que no acordo o novo chefe do governo prometeu concluir os trabalhos da revisão dos Estatutos da Carreira Docente no prazo de 15 dias a contar a partir da data da assinatura do memorando.

O entendimento entre as partes vai possibilitar que, ainda no decurso desta semana, sejam retomadas as aulas nos estabelecimentos de ensino público em todo o país.

Segundo o sindicalista, o novo Primeiro-ministro prometeu disponibilizar meios necessários, incluindo uma ordem de dispensa temporária e verbas para pagamento de incentivo aos membros da Comissão de Revisão e regulamentação do Estatuto de Carreira Docente.

“Após a sua validação, o documento será submetido à aprovação do Conselho de Ministros para permitir a sua inclusão nas despesas do Orçamento Geral de Estado de 2017.

“Igualmente ficou acordado a atribuição e harmonização de letras aos professores oriundos de diferentes centros de formação” afirmou Malam Li.

Disse que acordaram com novo chefe de governo, a conclusão do processo de efectivação, o pagamento dos restantes dois meses aos professores de novos ingressos e contratados de 2016, na modalidade de um mês corrente e um atrasado, até Dezembro deste ano, e três meses aos mesmos do ano lectivo 2012/2013 da mesma forma, até Janeiro do próximo ano, a partir do final do mês em curso.

O sindicalista revelou ainda que o Primeiro-ministro prometeu pagar  retroactivos aos professores reclassificados formados nos diferentes centros de formação, no primeiro trimestre de 2017,após aprovação do OGE, e a devolução dos horários aos docentes que aos quais haviam sido retirados  injustamente”.
ANG/LPG/ÂC 

Ensino público


     CONAEGUIB saúda decisão de levantamento da greve dos professores

Bissau, 23 Nov 16 (ANG) – A Confederação Nacional das Associações Estudantis da Guiné-Bissau (CONAEGUIB) considera de “atitude patriótica”, o levantamento da greve no ensino público, por parte dos Sindicatos dos Professores.
 
Em conferência de imprensa hoje, o Presidente da CONAEGUIB, Fidélis Biombo Cá, realçou igualmente a “ flexibilidade e actuação” do novo Primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, nas negociações que culminaram com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre o governo e as duas organizações sindicais.

Contudo, este responsável estudantil lamentou os dias lectivos perdidos, com as sucessivas paralisações, desde a abertura oficial do presente ano escolar, a 19 de Setembro.

Por isso, o Presidente da CONAEGUIB pede ao governo para que esta “abertura de facto” das escolas seja “definitiva”, e que o executivo cumpra os engajamentos assumidos perante os sindicatos, para se evitar novas paralisações.

Ainda, o líder desta rede que congrega as associações das diferentes escolas do país pediu aos alunos a irem as aulas e a aproveitarem os dias lectivos que restam no presente ano lectivo 2016/2017.

Num outro plano, o Presidente da Confederação Nacional das Associações Estudantis da Guiné-Bissau (CONAEGUIB) criticou“ o aumento brusco” da propina, na Escola de Formação dos Professores- “Amílcal Cabral”, de 25 mil para 40 mil Francos cfa.

Acto que, segundo este líder estudantil, para além de “excluir os filhos dos pobres, viola o dever constitucional do Estado de facilitar o acesso ao ensino aos cidadãos”.
ANG/QC/SG

Sociedade Civil

         Movimento "Bassora di Povo" quer Governo popular por 10 anos

Bissau,23 Nov 16(ANG) - O novo movimento de cidadãos na Guiné-Bissau contra a crise política denominado “Bassora di Povo” (em português Vassoura do Povo) defende um “Governo popular” para 10 anos.
 
Esta posição foi tornada pública nesta terça-feira, 22, em entrevista à VOA por Saturnino de Oliveira  um dos promotores do movimento.

 “Vamos resgatar o Estado. O que significa que vamos mandar todos os políticos e a toda classe política para casa. Depois disso vamos criar uma comissão que será encarregue de indicar figuras que vão assumir as funções da República durante 10 anos. Este Governo popular terá como missão, fazer uma reforma estrutural, começando na Constituição da República, passando pelo sector da Defesa e Segurança, Educação, Saúde, Administração Pública, e demais instituições da República”, explicou. 

Afirmou   que as acções do movimento não se limitarão  em manifestações de rua mas que irão também integrar campanhas de sensibilização das populações  sobre a necessidade de se corrigir situações por que passa o pais há varios anos.

Referiu que o movimento tinha agendado a realização de uma marcha  terça-feira  perto da sede do Governo, mas que acabou-se por não se realizar devido a ordem de dispersão dada por um grupo de polícias que alegou ter recebido ordens superiores para o dar.

Contudo, Saturnino de Oliveira afirmou que os líderes do movimento não vão desarmar-se  até que as suas revindicações fossem satisfeitas,”ou seja, até que uma nova ordem politica e social seja implantada.

 Para Saturnino de Oliveira, as suas exigências, para muitos observadores é inoportuna, mas na perspectiva do movimento é a única saída plausível para tirar o país das incessantes instabilidades politicas e da pobreza extrema.
ANG/VOA

Colômbia


              Governo e FARC assinam novo acordo de paz na quinta-feira

Bissau, 23 Nov 16 (ANG) – O Governo colombiano e as guerrilhas FARC vão assinar um segundo acordo de paz na próxima quinta-feira, depois de um primeiro acordo para pôr fim a décadas de violência no país ter sido rejeitado em referendo, adiantou hoje a AFP.
 
“O Governo e as FARC concordaram assinar o acordo final para pôr fim ao conflito e construir uma paz estável e duradoura”, declararam negociadores de ambas as partes num comunicado hoje divulgado e citado pela AFP.

O novo acordo havia sido anunciado a 12 de Novembro.
A assinatura terá lugar às 11:00 (16:00 em Bissau), no Teatro Colombo em Bogotá, disseram as partes.

O novo acordo será submetido ao parlamento para aprovação, estando o Governo colombiano e as FARC a ultimar procedimentos tendo em vista esse fim, explica-se no comunicado.

O Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou a 12 de Novembro que o novo acordo de paz assinado no sábado com as FARC “é de todos os colombianos”, incluindo dos opositores do primeiro texto, rejeitado no referendo de 02 de Outubro.

“As suas iniciativas (dos opositores) contribuíram para alcançar este novo acordo que agora é de todos”, disse Santos num discurso horas depois da assinatura do novo acordo em Havana, pelos negociadores do Governo e pelas FARC.

O governo colombiano e as FARC assinaram a 26 de Setembro passado, em Cartagena das Índias, o acordo de paz concluído em Agosto no final de cerca de quatro anos de negociações em Havana para terminar o conflito armado e a guerrilha mais antiga no continente americano.

No entanto, a maioria dos colombianos recusou o acordo no referendo de 02 de Outubro, o que levou Juan Manuel Santos a convocar os líderes dos movimentos opositores para conseguir um consenso e resolver o processo de paz.

O novo documento foi assinado pelos líderes das delegações de negociadores do governo colombiano, Humberto de la Calle, e das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), "Iván Márquez" (como é conhecido Luciano Arango).

As duas delegações mantiveram nove dias de intensas negociações em Havana - sede das negociações de paz durante os últimos quatro anos - para alcançar um novo consenso para "conseguir uma paz estável e duradoura".

O novo acordo "integra mudanças, precisões e contribuições dos mais diversos sectores da sociedade, revistos um a um", indica o comunicado.

O chefe de Estado disse que recolheram as propostas dos ex-presidentes Álvaro Uribe (2002-2010) e Andrés Pastrana (1998-2002), os dois principais opositores ao primeiro acordo de paz e os quais citou em vários momentos do seu discurso.

O complexo conflito armado colombiano implicou as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), formadas em 1964 na sequência de uma revolta camponesa, e outras guerrilhas de extrema-esquerda, milícias paramilitares de extrema-direita, grupos com ligações ao narcotráfico e as forças armadas.

A violência causou mais de 260 mil mortos, 45 mil desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados. 
ANG/Lusa

Futebol


                Presidente do Sporting se demite e contesta a federação

Bissau,23 Nov 16(ANG) - O presidente do Sporting Clube da Guiné-Bissau, o empresário Hussein Farath, anunciou terça-feira a sua demissão por discordar da atuação da federação de futebol do país.
Hussein Farath

Hussein Farath estava prestes a completar um segundo mandato de quatro anos à frente do Sporting da Guiné-Bissau, mas não aceita "a falta de respeito e de consideração" que alega existir no relacionamento entre a federação e os clubes.

"Não há respeito, não há consideração, há apenas desmandos e desorganização por parte da federação para com os clubes e não posso continuar a compactuar com isso", afirmou Hussein Farath em declarações aos jornalistas.

O líder do clube leonino da Guiné-Bissau acusa a Federação de futebol de não respeitar "os sacrifícios consentidos pelos clubes" que viram o campeonato da época passada ser interrompido "sem qualquer justificação" à sétima jornada.

"O campeonato foi interrompido, não disseram nada a ninguém, nem fomos reembolsados das despesas que fizemos e a Federação quer arrancar com o campeonato de novo. Quem nos garante que não será interrompido", questionou Farath.

A federação guineense de futebol teve de suspender os campeonatos da primeira e segunda divisão na época passada, volvidas apenas sete jornadas das duas provas, por alegada falta de verbas que não foram disponibilizadas pelo Governo.

Contatada pela Lusa, fonte da Federação adiantou que a demissão do presidente do Sporting vai ser analisada "em tempo oportuno".

Até a realização de novas eleições, o Sporting da Guiné-Bissau será dirigido pelo presidente da assembleia-geral do clube.
ANG/Lusa

terça-feira, 22 de novembro de 2016

UDEMU

                           Vº Congresso  agendado para  Janeiro de 2017

Bissau, 22 Nov 16 (ANG) – O Vº Congresso Ordinário da União Democrática das Mulheres da Guiné (UDEMU), vai ser realizado nos dias 28 à 30 de Janeiro do  2017, sob o lema “Congresso para a Promoção da Capacidade Feminina”. 
 
Para o respetivo evento, estão convocados 529 delegadas que irão tomar parte na reunião magna da UDEMU que será realiza no sector de Buba, região de Quinara, Sul do país.

Em entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Guiné (ANG), a Secretária- geral adjunta da UDEMU Bloni Nhasse disse que a data foi escolhida para que possa culminar com o 30 de Janeiro, dia da mulher  guineense.

Nhasse disse  que o evento não vai contar com a participação de todas as mulheres tendo em conta o número elevado das que praticam actividade partidária no PAIGC. 

Disse que, por isso, resolveram selecionar  certo número de delegadas para  discutirem, no fundo, a vida das mulheres guineenses assim como do PAIGC.

Para a Secretária-geral adjunta de UDEMU, organização feminina do PAIGC, o referido Congresso servirá para discutir e analisar a vida da organização assim como procurar soluções  para a correção dos erros que lhe afactam.

Blony disse  que espera que no Vº Congresso a UDEMU possa sair mais firme e coesa, a fim de estar a altura de enfrentar os desafios do país .    
ANG/LLA/SG

Cabo Verde

‘National Democratic Institute’ defende aprofundamento de debate sobre transição de poderes em África

Bissau, 22 Nov 16 (ANG) – O director regional para a África Central e Ocidental do ‘National Democratic Institute’ (Instituto Democrático Nacional) considera ser possível os diferentes países africanos aprofundarem um debate sobre a transferência de poder executivo decorrente de eleições democráticas.
 
Christopher Fomunyoh defendeu essa ideia hoje, em declarações à imprensa, na Cidade da Praia, no primeiro de dois dias da “Conferência regional da África Ocidental sobre transferências democráticas de poder”, promovida pelo Governo de Cabo Verde e o ‘National Democratic Institute’, visando partilha das melhores práticas e desenvolvimento de padrões regionais sobre o assunto.

Segundo o responsável, constata-se que no continente africano registaram-se progressos no domínio da democracia, mas que o processo de transição tem trazido “alguns problemas”, ou seja, mesmo em países onde os resultados do escrutínio são democráticos e aceites por todos, “há sempre dificuldades” na passagem do poder, já que não existe um quadro jurídico apropriado para gerir o período de transição.

No entender de Christopher Fomunyoh, na ausência de um quadro legal e regulador já desenvolvido ou da existência de precedentes estabelecidos de transição democrática, de uma nova administração, mesmo uma que seja do mesmo partido da anterior, é possível que haja “falta de capacidade” e conhecimento necessário para governar eficazmente.

“As recomendações que vão sair desta conferência vão servir de inspiração para um debate mais aprofundado nos diferentes países que se interessam por esta temática, ou seja, os lideres podem inspirar-se nestas recomendações para ver como adoptar os procedimentos apropriados para o contexto do seu país”, considerou.

Conforme ele, existe muitas vezes incertezas em relação aos papéis e responsabilidades do Governo que sai e do que entra, o que representa um potencial foco de conflitos e disputas, desviando um já “limitado” número de recursos humanos da sua função de governar.

Neste contexto, o director regional explicou que a conferência de dois dias vai abordar este assunto para se conhecer as práticas de outros países e como pode se pode institucionalizar esses procedimentos para serem aceites por todos e para “facilitar a transição após as eleições democráticas”.

“Cabo Verde tem uma grande experiência nesta matéria, já viveu algumas alternâncias políticas e é um dos países na sub-região que conhece muitas alternâncias políticas pacíficas”, reconheceu, frisando que tanto o desenvolvimento socioeconómico como a consolidação democrática podem ficar “sob grande stress” durante os períodos de transição democrática.

Líderes políticos, quadros superiores e peritos legais que participaram em processos de transferências do poder executivo decorrente de eleições democráticas de Burkina Faso, Benim, Cabo Verde, República Centro Africana, Gana, Libéria, Nigéria e Senegal, participam na conferência na Cidade da Praia.

Entre os temas do encontro aponta-se “Transferências de poder numa democracia transitória” proferido pelo ex-Presidente da Libéria, Amos Sawyer, “Ética e integridade pública durante o período de transição”, pelo ex-Presidente Pedro Pires, “Gestão de crises e segurança nacional durante os períodos de transição”, proferido pelo ex-Presidente da República Centro Africana,Catherine Samba-Panza, e “Direitos e responsabilidades do governo precedente”, pelo ex-primeiro-ministro, José Maria Neves. 
 ANG/Inforpress/Fim


Política


  
Primeiro-ministro promete para breve anúncio do elenco governamental

Bissau,22 Nov 16 (ANG) – O novo Primeiro-Ministro prometeu anunciar, brevemente, o seu elenco governamental assim que  concluir os contactos com os partidos signatários do Acordo de Conacri.
 
Umaro Sissoco Embaló fez a promessa em declarações  hoje à imprensa depois de um encontro com a Direcção do Partido da Renovação Social (PRS).

Reiterou que o  executivo vai ser formado com base no Acordo de Conacri.

O Porta-voz dos renovadores, Victor Pereira afirmou que pediram ao novo Primeiro-Ministro para ser célere no processo de formação do  executivo devido as dificuldades com que o pais se depera, em todos os sectores.

Instado a dizer se o PRS vai observar o Acordo de Conacri, o Porta-Voz dos renovadores respondeu que os mesmos mantêm-se vigente e o partido vai respeitá-lo na qualidade de um dos signatários.

“O Partido da Renovação Social normalmente costuma e vai igualmente honrar o compromisso assumido em Conacri”, prometeu Victor Pereira.
ANG/ÂC/SG

Cooperação


     UA apoia implementação das Reformas do Sector da Defesa e Segurança

Bissau, 22 Nov 16 (ANG) O Ministro da Defesa do governo demitido afirmou hoje que, independentemente das vicissitudes políticas e governativas na Guiné-Bissau, é “unanime a imperatividade” da Reforma do seu Sector da Defesa e Segurança.
 
Eduardo Sanhá que falava em representação do novo Primeiro-ministro, na cerimónia de abertura do Seminário de Sensibilização sobre a Desmobilização, Desarmamento e Reintegração no Sector da Defesa e Segurança, acrescenta que para o país se desenvolver, é preciso que “os problemas fundamentais” ligados ao sector castrense sejam resolvidos.

Por isso, Sanhá apela aos parceiros internacionais a continuarem a envidar esforços, para mobilizar mais meios, no sentido de materializar a reestruturação e modernização desta área.  

A formacao é promovida pela União Africana, representada na Guiné-Bissau, por Ovidio Pequeno que na ocasião sublinhou a importância de o processo ser aproprido pelas autoridades nacionais.

Não obstante o apoio garantido da União Africana, Pequeno destacou a necessidade de haver vontade politica para a implementação do processo.

De acordo com a União Africana, o “Workshop” se realiza no quadro da implementacao  das conclusões  da Missão Conjunto: CEDEAO, ONU e CPLP, efectuada em  Março de 2015, à Bissau.

No ateliê participam cerca de 100 pessoas de diferentes instituições ligadas  as reformas no sector da Defesa e Segurança da Guiné-Bissau, e sob orientação de  especialistas em questões de segurança das Repúblicas de Mali, Libéria e Madagáscar.
ANG/QC/SG