Novo Presidente da República promete cumprir promessas feitas
na campanha
Bissau, 23 Jun 14 (ANG) – O novo Presidente da República prometeu por em prática
as promessas que fizera ao povo guineense durante a campanha eleitoral.

“Afirmamos que vamos cumprir com as nossas promessas eleitorais.
Reiteramos este compromisso, galvanizados pela sublime certeza de que, atrás de
nós, temos um milhão e meio de braços de guineenses e de amigos da
Guiné-Bissau, todos puxando numa mesma direcção, formando uma única e imparável
força, capaz de lograr feitos à medida da grandeza desta Pátria de Amílcar
Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria”, garantiu o novo chefe de
Estado.
De acordo com o novo
chefe de Estado, a Unidade Nacional constitui “o sangue” que corre em
todas as artérias da nossa sociedade, levando “o oxigénio da esperança” e da “nossa”
insofismável vontade de vencer obstáculos.
“A Unidade Nacional e
a Paz são fundamentos para a consolidação da democracia multipartidária na
Guiné-Bissau”, definiu José Mário Vaz.
Por isso, JOMAV convidou
a todas as formações políticas e as suas lideranças e membros, mulheres e
jovens, todos os guineenses, a participarem neste processo de consolidação da
democracia multipartidária, que define como o que vai libertar diversas
iniciativas criadoras para o sucesso dos novos programas de desenvolvimento.
“Prometi durante a campanha que após a minha
tomada de posse iria estar atento e vigilante no que se refere a corrupção e
sobretudo que chamaria ao meu gabinete todos os dossiers relacionados com o
abate das árvores e exploração ilegal dos nossos recursos naturais, a bem da
nossa querida Guiné e das gerações vindouras.
José Mário Vaz, no
seu discurso interrompido com aplausos de mais de 15 mil populares que encheram
o Estádio Nacional “24 de Setembro”, sublinhou que, olhando para um outro
compromisso eleitoral, quer deixar expresso que a luta contra a pobreza e pela
cultura do trabalho vai assumir-se como um aspecto transversal, colocando-se
no epicentro da sua acção, enquanto Presidente da República.
Afirmou
que, para além das reformas necessárias no sector da justiça, de modo a dotar
as instituições judiciárias de meios técnicos e humanos que lhe permitam
cumprir a sua missão, ao serviço do interesse nacional, será fundamental
instituir na nossa sociedade uma verdadeira cultura de tolerância zero e de combate
sem tréguas à corrupção.
“Será
pilar fundamental para a afirmação do Estado de Direito democrático, cultura essa
que constitui uma poderosa base de partida para este combate que a todos deve
mobilizar”, apelou.
ANG/ÂC
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