Aristides Gomes volta a pedir disponibilização de apoios prometidos
Bissau,31 ago 18(ANG) - O Primeiro-Ministro
Aristides Gomes lamentou quinta-feira perante o Conselho de Segurança da ONU o
facto de até ao momento o seu Governo não ter recebido nenhum dos apoios
prometidos pela comunidade internacional no âmbito do processo eleitoral.
O Chefe do Governo acrescentou que a parte técnica dos preparativos tem sido assegurada pelo executivo através de recursos internos pelo que lançou um apelo à Comunidade Internacional a fim de cumprir com as suas promessas.
Aristides Gomes considerou que a realização das Eleições Legislativas de 18 de Novembro não constitui um fim mas uma étapa decisiva para a retoma da estabilidade política e da consolidação do Estado de Direito Democrático.
Lamentou o facto de o país permanecer na agenda do Conselho de segurança há mais de 22 anos, reflexo do Conflito Político Militar de 7 de Junho de 1998, e que até à data não conseguir sair da classificação dos países onde reina a instabilidade.
Aristides Gomes sublinhou, a propósito, os esforços do antigo Representante da ONU, Kofi Anan para ajudar na normalização do país aquando da instituição de um Gabinete de Apoio em 1999, lamentando que volvidos 2 décadas a estabilidade tarda em chegar. Rendeu para efeito uma homenagem a Annan, cuja obra descreve de indelével.
O PM guineense agradeceu a CEDEAO e o P5 pela mediação e facilitação da crise política no país e lança o repto para que o escrutínio de Novembro seja livre, justiça e transparente e faz votos de que em decorrência das Eleições a Paz, Democracia e a justiça social cheguem a Guiné-Bissau.
O Chefe do Governo acrescentou que a parte técnica dos preparativos tem sido assegurada pelo executivo através de recursos internos pelo que lançou um apelo à Comunidade Internacional a fim de cumprir com as suas promessas.
Aristides Gomes considerou que a realização das Eleições Legislativas de 18 de Novembro não constitui um fim mas uma étapa decisiva para a retoma da estabilidade política e da consolidação do Estado de Direito Democrático.
Lamentou o facto de o país permanecer na agenda do Conselho de segurança há mais de 22 anos, reflexo do Conflito Político Militar de 7 de Junho de 1998, e que até à data não conseguir sair da classificação dos países onde reina a instabilidade.
Aristides Gomes sublinhou, a propósito, os esforços do antigo Representante da ONU, Kofi Anan para ajudar na normalização do país aquando da instituição de um Gabinete de Apoio em 1999, lamentando que volvidos 2 décadas a estabilidade tarda em chegar. Rendeu para efeito uma homenagem a Annan, cuja obra descreve de indelével.
O PM guineense agradeceu a CEDEAO e o P5 pela mediação e facilitação da crise política no país e lança o repto para que o escrutínio de Novembro seja livre, justiça e transparente e faz votos de que em decorrência das Eleições a Paz, Democracia e a justiça social cheguem a Guiné-Bissau.
ANG/Lusa
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