Governo prepara relançamento de projectos
de construção de habitações sociais
Bissau,04
Ago 15(ANG) - O Governo está a preparar um programa de construção de habitação
social em parceria com a China, disse à Agência Lusa o ministro das Obras
Públicas guineense, José António da Cruz Almeida.
Segundo
o governante o objectivo é atingir mil casas sociais.

José António
Almeida disse que as habitações poderão vir a albergar os actuais residentes nos
bairros de Reno e Mindará, na capital, os quais o Governo pretende demolir para
se entregar à iniciativa imobiliária e começar a construir novos quarteirões de Bissau.
"Um levantamento está em curso para atribuir habitações em função de cada agregado familiar", acrescentou José António Almeida.
"Um levantamento está em curso para atribuir habitações em função de cada agregado familiar", acrescentou José António Almeida.
Declarou
que têm um grande défice de habitação com estimativas a apontar para a necessidade
imediata de 4.000 casas em todo o país.
O sector imobiliário é apontado como "uma área chave" para o relançamento da actividade económica e desenvolvimento do país.
O sector imobiliário é apontado como "uma área chave" para o relançamento da actividade económica e desenvolvimento do país.
Uma
outra parceria está a ser estabelecida com promotores imobiliários de Marrocos
.
Através dessa parceria, está prevista, numa primeira fase, a construção de edifícios que podem ter até quatro andares e vivendas para habitação numa área de cinco hectares, também na zona de Bissalanca, podendo a área crescer conforme a procura.
Através dessa parceria, está prevista, numa primeira fase, a construção de edifícios que podem ter até quatro andares e vivendas para habitação numa área de cinco hectares, também na zona de Bissalanca, podendo a área crescer conforme a procura.
"Já
limpámos o terreno e começámos a fazer expropriações", referiu o
governante.
Apesar de se tratar de "iniciativa privada", frisou o ministro, o Estado cede os terrenos sob condição de a habitação ser vendida a baixo custo.
A parceria com os
promotores marroquinos poderá depois avançar para outras localidade do país,
"como Bolama, Bafatá, Gabu e talvez Buba", concluiu. Apesar de se tratar de "iniciativa privada", frisou o ministro, o Estado cede os terrenos sob condição de a habitação ser vendida a baixo custo.
ANG/lusa
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