quinta-feira, 1 de junho de 2017

Clima


Meteorologia prevê precipitação normal entre Junho e Setembro do ano em curso

 Bissau 01 Jun. 17 (ANG) – O director da área climática do Instituto Nacional de Meteorologia da Guiné-Bissau disse  hoje que, entre os meses de Junho e Setembro deste ano, vão registar-se periodos de chuvas normais

 Tcherno Luís Mendes falava na cerimónia de Restituição das Previsões Sazonais de Características Agro-Hidro-Climáticas dos países Sudano- Sahelianos para a Campanha Agrícola 2017/18.

Afirmou que a as precipitações serão mais intensas entre Junho e Agosto em todo o território nacional, com excepção da zona sul e que depois deste periodo haverá uma redução gradual da queda de água das chuvas.

“Isto é, haverá muita chuva nas zonas norte e centro do país, ao contrario das zona sul e ilhas que irão continuar a apresentar pouca chuva”, disse Tcherno Mendes que, com estas previsões, perspectiva um bom ano agrícola para os produtores guineenses.

O técnico climático lembrou que as previsões podem sofrer alterações de vez em quando e, no caso de ocorrer qualquer mudança, promete que a sua instituição irá manter informado o publico sobre a situação pluiviométrica.

Questionado sobre o porquê  que a zona sul irá registar fraca chuva, de acordo com as previsões, Tcherno Mendes respondeu que tem a ver com as mudanças nos oceanos que jogam um papel fundamental na questão do aumento ou diminuição das águas.

“Como os camponeses já sabem que haverá muita chuva este ano, devem acatar as informações cultivando variedades de acordo com o nível da precipitação”, informou.

Por seu turno, o Secretário Permanente Nacional do Comité Inter-estados de Luta Contra Seca no Sahel (CILLS),em representação do ministro da Agricultura Florestas e Pecuária disse que nos últimos anos a Guiné-Bissau tem sido confrontada com grandes problemas devido a irregularidade na distribuição das chuvas o que tem dificultado muito aos agricultores.

Mário Benício Indafa frisou ainda que os sectores primários casos da agricultura, pecuária, exploração florestal e as pescas constituem a espinha dorsal da economia nacional.

“Por isso, difundimos as informações sazonais a nível do país para que os utilizadores estejam na altura de aproveitarem os conselhos de uma forma correcta”, disse. 

ANG/MSC/ÂC/JAM/SG


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