quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Crise política



Conselho de Segurança da apela implementação do acordo de Conacri

Bissau, 14 Set 17 (ANG) – O Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas (ONU) apelou mais uma vez quarta-feira aos actores políticos da Guiné-Bissau sobre a necessidade de implementarem o Acordo de Conacri para por fim a crise político social.

De acordo com um comunicado enviado a imprensa o órgão da ONU recorda que a implementação do acordo de Conacri, de 14 de Outubro de 2016, baseado no roteiro de seis pontos fundamentais da CEDEAO, “intitulado acordo sobre a resolução da crise política na Guiné-Bissau”, eh o principal instrumento para resolução pacífica da crise política.

De acordo com a ONU, o referido acordo oferece uma “oportunidade histórica” para as autoridades nacionais e, em particular, aos políticos bem como a sociedade civil para uma saída airosa da crise que o pais vive a mais de dois anos. 

“O CS da ONU apela a implementação de Acordo de Conacri, inclusive a nomeação de um Primeiro-Ministro de consenso tal como exigi o Acordo. Porque com a implementação deste Acordo, o pais voltara a merecer confiança dos seus parceiros, e permitira também com que a Comunidade Internacional possa cumprir as promessa feitas durante a Conferencia de Bruxelas em Marco de 2015”, sustentou a nota.

O Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas (ONU), manifestou quarta-feira através a sua preocupação face a actual crise política vigente na Guiné-Bissau.

O órgão da ONU expressa a sua inquietação face ao impasse político registado na Guiné-Bissau, ao qual atribui responsabilidade aos líderes políticos, “que não foram capazes de alcançar uma solução duradoura e consensual”

O documento especifica que este desaire se ilustrada pelo fracasso da Assembleia Nacional Popular em realizar sessões plenárias desde Janeiro de 2016.    

O Órgão Máximo das Nações Unidas exortou, ao Presidente da República (PR) José Mário Vaz, assim da Assembleia Nacional Popular (ANP) Cipriano Cassamá, partidos políticos guineenses, a respeitarem compromisso de promover a estabilidade política na Guiné-Bissau através do diálogo.

Neste encontro, o presidente daquele Órgão disse terem tomado nota do relatório de 24 de agosto de 2017 sobre a situação na Guiné-Bissau, do Representante Especial, Modibo Ibrahim Toure, igualmente dos presidentes do Comité de Sanções 2048, depois da sua recente visita ao pais africano.

“O CS esta preocupado com os efeitos negativos da crise política sobre a população civil na Guiné-Bissau, pelo que exorta os autores políticos nacionais a colocarem os interesses do pais acima de qualquer outra consideração”, escreve o documento.

ANG/LLA/JAM











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