segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Campanha eleitoral


Baciro Dja promete resgatar e dignificar a credibilidade do país, caso for eleito Presidente da República

Bissau, 18 nov 19 (ANG) – O candidato suportado pelo partido Frente Patriótico para a Salvação Nacional (FREPASNA), Baciro Dja prometeu resgatar e dignificar  a credibilidade do país, caso for eleito Presidente da República, no dia 24 de novembro. 

Em entrevista exclusiva à ANG após o comício popular na seção de Morés sector de Mansaba região de Oio, na sexta-feira, Djá disse que a Guiné-Bissau tem que saber defender o seu interesse e definir quem são os seus aliados naturais e de circunstâncias.

“Pensamos que isso é extremamente importante para podermos, de facto, consolidar a nossa soberania, independência e integridade territorial”, informou.

Baciro Dja frisou que é preciso que a Guiné-Bissau tenha voz, com dignidade, no concerto das nações sobretudo na organização subregional, uma voz que  defenda a soberania do país., prometendo assim trabalhar a diplomacia externa. 

Prometeu que enquanto comandante em chefe das Forças Armadas, colaborar com o governo para a conclusão do projeto de reforma no setor da Defesa e Segurança iniciado quando era o primeiro-ministro, a fim de poder impulsionar a reforma profunda na administração pública.

“Quando temos um Estado com esses elementos é que podemos almejar um Estado social. E um Estado social não pode se resumir num Estado parternalista”, refiriu Dja.

Garantiu usar sua magistratura de influência junto do governo, e uma diplomacia económica para poder criar riquezas através da agricultura e agro-indústria.

“A Guiné-Bissau não pode s aslariado ternalista onde hta social tos do quando era o primeiro-ministro.___________________________________________________er um Estado paternalista que tem assalariados onde a maioria das despesas do país vai para pagar salários. Temos que criar riqueza e isso deve ser na base de agricultura e agro-indústria e na criação de emprego”, disse Baciro Dja.

O candidato prometeu trabalhar para que o país tenha uma educação de qualidade porque no seu entender, não há nenhum Povo livre se não ser culto, acrescentando que é preciso dar aos guineenses oportunidades de estudar sobretudo mulheres que é a  maioria da população.

Considerou de grave, o uso de símbolos religiosos e étnicos utilizados por alguns candidatos, que segundo ele, visa tirar proveito étnico no voto, justificando que quando as pessoas estão a agarrar a identidade coletiva é porque têm medo de perder a identidade individual.
“Esses candidatos estão a trazer aspetos religiosos e étnicos. Quando colocaram esses símbolos que não são seus hábitos, neste sentido estão a chamar a atenção de alguma religião ou etnia, aquilo que dizemos projeto de identificação projetiva” ,disse.

O igualmente líder da FREPASNA disse que o problema entre o José Mário Vaz e Domingos Simões Pereira são assuntos meramente pessoais e de clientelismo político, sublinhando que pretende ter um debate entre ele e os dois “para poder esclarecer algumas situações para que o povo tire ilações”.

Salientou que a sua luta política não é só para ir buscar o poder ou dinheiro, mas sim que é ideológica, de convição, valores e princípios, justificando que são esses valores que lhe difere de muitos dirigentes.

Acusou o governo liderado por Aristides Gomes de ter trazido os brasileiros, a fim de fazerem o apuramento dos resultados das presidenciais marcadas para 24 de novembro na Comissão Nacional das Eleições (CNE), acusando igualmente ao PAIGC de ter pessoas do seu Gabinete Estratégico nas Comissões Regionais de Eleições (CREs) e no Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE).

Baciro Djá acrescentou ainda que os guineenses compreendem que essas eleições presidenciais são cruciais para a vida de todos e para estabilização do país e do Estado, por isso pede aos eleitores para votarem “no candidato que tem mais cultura de Estado e mais experiência política”. ANG/DMG/ÂC//SG

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